conecte-se conosco


Direto de Brasília

Câmara aprova texto-base que permite que governo tenha apenas 22 ministérios

Publicado

em


Câmara dos Deputados
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Deputados aprovam reforma administrativa de Bolsonaro e governo segue com apenas 22 ministérios


A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (22) o texto-base da Medida Provisória ( MP ) 870 , que enxugou o número de ministérios no primeiro dia do ano.

Leia também: Governo usa reserva de emergência e evita novo contingenciamento em ministérios

Além disso, os parlamentares devem analisar a permanência ou não da Fundação Nacional do Índio (Funai) no Ministério da Agricultura, a proibição da investigação sobre corrupção por auditores da Receita Federal. Bolsonaro, assim, está livre da criação de novos ministérios
.

Centrão e oposição já fecharam um acordo para tirar o Coaf
das mãos de Moro. Após iniciar a sessão em obstrução, o PT e outros partidos de esquerda desistiram de travar os trabalhos. Para derrotar o governo, as legendas resolveram liberar a votação.

No início da sessão, com medo de que o centrão não permitisse a votação nominal para o destaque do Coaf, o PSL apresentou um requerimento para ter qualquer decisão de mérito votada em painel eletrônico, com indicação de como votou cada parlamentar. O centrão entrou em obstrução e o PSL recuou, retirando o requerimento.

Durante o encaminhamento da votação, o deputado tucano Célio Silveira (GO) afirmou que votaria tudo o que “necessário para o país crescer e se desenvolver, inclusive a questão do Coaf”.

Após o fim da votação dos destaques, a MP vai para o Senado, onde deverá ser apreciada nesta quinta-feira (23). Se não for votada até até 3 de junho, a medida perde a validade. Assim, voltariam a valer os 29 ministérios
do governo Michel Temer. 

Fonte: IG Política
Comentários do Facebook
Leia mais:  Primeira Turma do STF decide hoje se torna Bolsonaro réu por crime de racismo
publicidade

Direto de Brasília

Crise do governo Macri aumenta após apagão geral deste domingo

Publicado

em

Mauricio MAcri
Divulgação
Mauricio Macri enfrenta protestos e crises na Argentina


O governo do presidente argentino, Mauricio Macri, já teve de lidar com a pior seca dos últimos 50 anos, uma desvalorização de mais de 300% do peso e continua às voltas com a sexta taxa de inflação mais alta do mundo, na região abaixo apenas da venezuelana. Agora, em palavras do próprio chefe de Estado, enfrentou um apagão “inédito” na História do país, que afetou todo o território nacional e estendeu-se ao Uruguai.

Leia também: Falha na rede de distribuição elétrica deixa Argentina e Uruguai no escuro

O episódio aconteceu em momentos em que a Casa Rosada promove o potencial da jazida de Vaca Muerta, na província de Neuquén, pela qual a Argentina é considerado o segundo país do mundo com mais recursos gasíferos e o quarto em petróleo não convencional. O país governado por Macri ficou às escuras, ampliando a lista de dores de cabeça para um presidente que pretende reeleger-se no final de outubro. 

Nas redes sociais, os comentários irônicos e críticas ao governo se multiplicaram. “Para evitar que tenhamos de jogar fora a comida da geladeira por culpa do apagão , Macri esvaziou a geladeira primeiro. Um visionário”, escreveu o internauta Sebastián Fernández, no Twitter.

Leia também: Bolsonaro afirma que ‘jamais viria à Argentina falar sobre política’

Como era esperado, o kirchnerismo não perdeu tempo e rapidamente foi às redes culpar Macri e atacar um dos lemas de campanha do macrismo: “Se Cristina voltar ao poder, a Argentina se transformará na Venezuela”. O pré-candidato à Presidência Alberto Fernández, companheiro de chapa da senadora e ex-presidente Cristina Kirchner (2007-2015), foi o encarregado de dar a alfinetada: “Subiram as tarifas tanto como seus amigos pediram e geraram o maior apagão da História. Não é Venezuela. É Argentina. Já chegou a hora de perceber isso”, escreveu Fernández em sua conta no Twitter.

Leia mais:  Haddad ataca Bolsonaro durante ato contra reforma da Previdência na Av. Paulista

Na mesma mensagem, o pré-candidato presidencial do kirchnerismo postou um vídeo no qual Macri afirma que “se nós não tivéssemos aumentado as tarifas (subsidiadas pelo kirchnerismo), teríamos ficado a um passo de virar a Venezuela”. O chamado tarifaço foi uma das primeiras medidas aplicadas pelo presidente após vencer as eleições de 2015, com o argumento de que o sistema herdado de Cristina era insustentável.

Leia também: Em acordo, Brasil estuda transferir submarinos à Argentina

De fato, a maioria dos analistas locais concorda em que a Argentina não podia continuar bancando tarifas muito abaixo da média regional  e que representavam um custo impossível de suportar pelo Estado. Alguns reajustes superaram 400%, incluindo energia elétrica e gás. Foi um duro golpe no bolso dos argentinos, sobretudo da classe média urbana, setor em que Macri, mostraram recentes pesquisas, perdeu muitos votos.

Como explicar, agora, para estes eleitores que estão em dúvida sobre voltar a apostar no macrismo que Vaca Muerta será a solução do futuro e que a política energética e tarifária de Macri tem lógica e resolverá os problemas que, segundo o atual governo, são responsabilidade do kirchnerismo? Mais um desafio para o presidente que, diante do real perigo de ser derrotado nas urnas, semana passada convidou um senador peronista para ser seu companheiro de chapa.

Vaca Muerta entusiasmou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em sua recente visita a Buenos Aires. O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, não se cansou de defender uma aliança energética entre os dois países para aproveitar a jazida argentina e tudo o que ela, segundo Guedes, pode favorecer o mercado brasileiro.

Ninguém imaginava que, menos de duas semanas depois, Macri estaria tentando explicar um apagão “inédito” na História argentina. E não faltaram os que relacionaram o desastre energético à aliança entre macrismo e um setor do peronismo. “A resposta na natureza à chapa Macri-Pichetto (senador Miguel Ángel Pichetto): chuvas, frio e apagão total”, brincou a internauta Ana Natalucci, no Twitter. 

Leia mais:  Homenagem a Neymar? Polícia batiza ação de ‘Saudades do que ainda não vivemos’

Fonte: IG Política
Comentários do Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie
Nacional45 minutos atrás

PMs são alvos de operação contra quadrilha de sequestradores no Rio

Reprodução/TV Globo Para a polícia, PMs envolvidos se organizam como uma verdadeira “empresa do crime de sequestro” Um PM foi...

Nacional45 minutos atrás

Fugitivo sofre roubo, procura polícia e acaba preso com ladrão no interior de SP

Divulgação/Polícia Civil Ao consultar os antecedentes criminais da vítima de roubo, policiais constataram que se tratava de um fugitivo Ladrão...

Nacional45 minutos atrás

Universidades vão ajudar na recuperação da bacia do Rio Doce

Fred Loureiro/Secom/ES – Arquivo Imagem aérea mostra a lama no Rio Doce, na cidade de Resplendor, Minas Gerais Universidades de...

Nacional45 minutos atrás

Uso de simulador para obtenção de CNH passa a ser facultativo

Divulgação/Ministério das Cidades Aulas em simuladores deixarão de ser obrigatórias para a obtenção da carteira de motorista Resolução do Conselho...

Nacional45 minutos atrás

Motorista de aplicativo morre atingido por bloco de concreto arremessado no Rio

Reprodução Delegacia de Homicídios apura o caso; bloco de concreto atingiu motorista em cheio no peito Era madrugada de sexta...

Nacional45 minutos atrás

Vaticano propõe que homens casados possam ser padres na Amazônia

Agência Ansa Papa Francisco O Vaticano divulgou nesta segunda-feira (17) o documento preparatório para o Sínodo dos Bispos sobre a...

Economia2 horas atrás

Após demissão de Levy e embates entre Maia e Guedes, dólar opera instável

O dólar comercial voltou a operar de forma instável nesta segunda-feira (17). A moeda americana abriu os negócios em alta,...

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

Mais Lidas da Semana