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Bruna Linzmeyer e Camila Pitanga protagonizam cenas quentes em clipe

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Bruna Linzmeyer e Camila Pitanga protagonizaram cenas pra lá de quentes no novo clipe da cantora Letrux, Ninguém Perguntou Por Você
, que foi lançado no último domingo (10).

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Bruna Linzmeyer e Camila Pitanga em cenas de clipe
Reprodução/Twitter
Bruna Linzmeyer e Camila Pitanga em cenas de clipe


No videoclipe, Bruna Linzmeyer
e Camila aparecem em uma festa repleta de dança e erotismo, até que os olhares delas se cruzam. O flerte entre as atrizes é sensual e as duas curtem a fesa juntas, e terminam se beijando em cenas bem ousadas.

Veja o clipe:


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No twitter, as cenas do clipe repercurtiram entre os internautas:



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As imagens são impressionantes  a química que Bruna Linzmeyer
e Camila Pitanga
mostram  no videoclipe
  foi o que mais chamou atenção entre os internautas nas redes sociais. 

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Fonte: IG Gente
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Inocentado em primeira instância, funkeiro passa aniversário na cadeia

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Em abril deste ano o carioca DJ Rennan da Penha, um dos maiores personagens do funk atual, foi preso de acordo com a decisão do desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado. O mandado de prisão foi emitido em março e o funkeiro negociou com seus advogados sua apresentação na justiça que ocorreu um mês depois.

Leia também: “Sou trabalhador com mandado de prisão”, diz DJ Rennan da Penha antes de prisão

DJ Rennan da Penha arrow-options
Divulgação
DJ Rennan da Penha

O funkeiro  teve sua detenção decretada pela primeira vez em 2015, porém foi absolvido em primeira instância por falta de provas. Já em 2019, foi emitido um mandado de prisão em segunda instância. Segundo um dos seus advogados Fabrício Gaspar, a segunda instância é absurda. “A decisão em 2ª instância se aproveita de provas imprestáveis para condenar Rennan, e além de condenar, ainda prevê uma pena acima do mínimo legal, que no caso dele, que é réu primário, seria a menor possível”.

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Um pedido de habeas corpus foi realizado no começo de abril, porém, negado. O Supremo Tribunal Federal alegou que a detenção do DJ era constitucional. Para a defesa, a acusação está carregada de preconceito. “Batemos nessa tecla do preconceito por causa da origem dele e ao tipo de arte que ele dissemina na sociedade: a arte musical da favela, o grito dos pobres e da periferia”, explicou o advogado.

Porém, meses se passaram e o DJ ainda continua na cadeia. Hoje, dia 15 de Julho, o artista completa 25 anos de idade. Seu produtor nos disse que o DJ está muito triste que gostaria de ganhar sua liberdade. “O maior presente de aniversário seria minha ganhar minha liberdade”, disse Rennan ao seu produtor Leleco.

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Ainda segundo seu produtor, a defesa vai continuar insistindo no habeas corpus para a soltura do artista. Eles afirmam que a detenção do mesmo se dá pelo preconceito dele ser negro, funkeiro e morador do Complexo do Alemão. Para eles, a detenção foi errada e eles não possuem provas para manter Rennan encarcerado. A defesa do DJ continua tentando conseguir uma alteração de pena para a soltura de seu cliente, sem sucesso.

O caso e a criminalização do funk

A juíza da primeira instância inocentou Rennan bom base na falta de provas, porém, o promotor insatisfeito com o resultado recorreu em segundo instância. Nela, os desembargadores não escutaram nenhuma testemunha e não levaram em conta a falta de provas que o inocentou a primeira vez.

Leia também: Do baile às baladas, o funk atravessa gerações e conquistas novos seguidores

A OAB do Rio de Janeiro, emitiu em abril uma nota de repúdio ao caso do funkeiro , alegando que projetos de criminalização contra manifestações artísticas no Estado ocorrem por conta da cor da pele e da classe social de seus autores.

Fonte: IG Gente
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