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Saúde

Brasil acumula 141.406 mortes pelo novo coronavírus

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O Brasil soma 141.406 pessoas mortas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. A taxa de letalidade, segundo o Ministério da Saúde está em 3%. Em 24 horas desde o boletim divulgado onetm, foram registrados 28.378 novos diagnósticos positivos para covid-19. Com isso, o país soma 4.717.991 pessoas que já foram infectadas com o vírus.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde no início da noite deste sábado (26), na atualização diária publicada pela pasta.

Entre ontem (25) e hoje (26), os novos óbitos registrados pelas secretarias estaduais de saúde totalizaram 869, mantendo a média abaixo dos 1.000 diários das últimas semanas.

Ainda de acordo com a atualização, 525.748 pacientes estão em acompanhamento. O número de recuperados da covid-19 chega a 4.050.837.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa libera compra de 6 milhões de doses da vacina chinesa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (23) a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

A licença, por enquanto, é apenas para importação do imunizante. A distribuição das doses, ainda sem registro, depende de autorização da própria Anvisa. O pedido de importação em caráter excepcional foi feito pelo Instituto Butantan.

Testes clínicos

A CoronaVac está na terceira fase de testes clínicos. Atualmente, 9.039 voluntários participam dos estudos clínicos da vacina, feitos com profissionais da área da saúde de sete estados. 

Como a Anvisa já havia aprovado a ampliação do estudo para 13 mil voluntários, o governo paulista decidiu ampliar o número de centros de pesquisa. Na fase atual, metade dos participantes recebe a vacina e a outra metade, placebo.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil.

Eficácia

Para comprovar a eficácia da vacina, é preciso que pelo menos 61 participantes do estudo, que tomaram placebo, sejam contaminados pelo vírus. A partir dessa amostragem, é feita então uma comparação com o total dos que receberam a vacina e, eventualmente, também tiveram diagnóstico positivo da covid-19.

Se o imunizante atingir os índices necessários de eficácia e segurança, será submetido a uma avaliação da Anvisa para registro e só então a vacina estaria liberada para aplicação na população.

Edição: Fábio Massalli


Fonte: EBC Saúde

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