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Bolsonaro rebate Biden após fala sobre Amazônia: “Nossa soberania é inegociável”

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Bolsonaro Biden
Reprodução

Bolsonaro disse ainda que não entende a motivação da “desastrosa e gratuita” declaração de Biden.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) utilizou suas redes sociais para rebater o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden , sobre suas falas a respeito da Amazônia. No debate presidencial, o americano ameaçou o Brasil, dizendo que “consequências econômicas significativas”, seriam sentidas caso o país não cuidasse da Amazônia.

Em seu Twitter, Bolsonaro disse que o “Brasil mudou” e que ele não aceitará subornos, demarcações ou ameaças. O mandatário disse ainda que “nossa soberania não é negociável”. Confira os tuítes do presidente:

Na ocasião, Biden disse que, caso fosse eleito, conseguiria que várias nações dessem U$ 20 bilhões para o Brasil acabar com o desmatamento na região amazônica. A discussão aconteceu enquanto os candidatos debatiam questões ligadas à política ambiental.

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Governo foi “usado” para tentar anular investigação sobre “rachadinha”

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Reprodução: iG Minas Gerais

Senador Flavio Bolsonaro


A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) “usou” o Gabinete de Segurança Institucional e outros órgãos do governo federal – com autorização do pai, o presidente Jair Bolsonaro  – atrás de evidências que pudessem dar um fim à apuração sobre o esquema das “rachadinhas” .


O uso do GSI foi confirmado pelos próprios advogados de Flávio, que afirmaram se tratar de “suspeitas de irregularidades das informações” nos relatórios redigidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Esse órgão federal – que deu início à investigação sobre o senador – recebe, examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícita e comunica às autoridades competentes para instauração de procedimentos

O acionamento dessa estrutura governamental foi revelada pela revista Época nesta sexta-feira (23) e confirmada pelos advogados. Ainda de acordo com a publicação, o presidente também estave envolvido no procedimento, contatando o secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto, para auxiliar na apuração em favor do filho.

“A defesa do senador Bolsonaro esclarece que levou ao conhecimento do GSI as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal lavradas em seu nome, já que diferiam, em muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos relatórios elaborados em outros casos, ressaltando-se, ainda, que os relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do senador”, escreveu a defesa de Flavio em nota oficial.

Os advogados também afirmaram que “o fato foi levado diretamente ao GSI por ter sido praticado contra membro da família do senhor presidente da República”.

Porém, o levantamento do Coaf foi produzido antes de Jair Bolsonaro ter sido eleito. O documento foi divulgado em janeiro de 2018, citando as transações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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