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Economia

“Bolsonaro quer saber o que é justo”, diz Joice Hasselmann sobre preço do diesel

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joice e bolsonaro
Marcos Corrêa/Presidência da República
“Eu o vi [Bolsonaro] bastante preocupado com o tamanho do reajuste no preço do diesel em relação à inflação”, disse Joice

Líder do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no Congresso Nacional, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL) saiu em defesa do presidente a afirmou, nesta segunda-feira (15), que o governo quer colocar “todos os números na mesa” para saber se o reajuste no preço do óleo diesel e dos demais combustíveis é justo ou não. 

Prevista para a última sexta (12), o aumento de 5,7% no diesel
na refinaria – que passaria de R$ 2,14 para R$ 2,26 –, foi suspenso por intervenção de Bolsonaro no dia anterior
. Amanhã (16), o presidente receberá ministros e o presidente da Petrobras para discutir a política de preços da estatal. Uma reunião prévia ocorreu na tarde desta segunda, na Casa Civil.

“Eu o vi [Bolsonaro] bastante preocupado com o tamanho do reajuste em relação à inflação
, a outros indicadores econômicos. Então o que o presidente nos faz entender é que ele quer saber o seguinte: ‘Vamos colocar todos números na mesa que eu quero saber o que é justo e o que não é justo, se há alguma coisa que esteja extrapolando os indicadores econômicos, e fazer um ajustamento”, declarou Joice.

A deputada ainda disse que tem pedido “calma a todos” e que entendeu que Bolsonaro “está tentando apertar um pouquinho um ou outro parafuso que está meio frouxo no meio dessa questão dos combustíveis”. “Mas eu tenho certeza absoluta”, completou, “vocês também podem ter essa certeza, que não haverá política intervencionista nesse governo”. 

Ao ser questionada se há risco de uma nova greve de caminhoneiros no País, que motivou a interferência de Bolsonaro
junto ao presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, Joice não descartou. “Risco de tudo sempre há nesse país, né? Eu sou absolutamente liberal
, acho que o mercado tem que dar conta de si mesmo, [mas] agora o presidente é absolutamente responsável com as decisões que tomou”, acrescentou a deputada.

Leia mais:  Relator da Previdência fará modificação em proposta que restringe acesso ao PIS

Sinalizando que discorda da medida, Joice afirmou duas vezes que “não cabe à líder do governo no Congresso questionar” e que serve a Bolsonaro
e aos interesses do País. Perguntada se a reunião para discutir os preços dos combustíveis não demonstra que o governo não é liberal como se apresentou, ela voltou a se esquivar: “Eu sou um braço para ajudar e não para questionar o presidente. Aí vocês têm que perguntar para a oposição”.

“Todos saem no prejuízo”


joice hasselmann
Myke Sena/Fotoarena/Agência O Globo
“Peraí, a gente não está numa democracia? Então vamos arrefecer o discurso”, defendeu Joice

Sobre a ameaça de nova paralisação de caminhoneiros, a deputada se negou a dizer se isso foi um fator que pesou para a decisão do presidente, mas disse que o movimento não seria “bom para ninguém”. “Todos saem no prejuízo, inclusive a categoria dos caminhoneiros. Eu vi [depois da última greve] profissionaistendo que vender seus próprios caminhões para tentar arcar com o prejuízo que foi causado para eles mesmos”, contou.

Leia também: Joice Hasselmann usou verba pública para voltar do litoral baiano no Carnaval

Ainda segundo Joice, a grande maioria dos caminhoneiros
está com o governo e o diálogo é possível. Por isso, disse a deputada, o melhor nesse momento é não “tensionar de uma forma a excluir o diálogo”. “Cabe ao governo dialogar, mas cabe também à categoria dos caminhoneiros dialogar. Peraí, a gente não está numa democracia? Então vamos arrefecer o discurso um pouquinho e vamos conversar, que conversando a gente se entende”, finalizou.

Fonte: IG Economia
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Economia

CPI ouve Joaquim Levy sobre caixa-preta do BNDES nos governos do PT

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Joaquim Levy e Dilma Rousseff
Antonio Cruz/Agência Brasil
CPI ouve Joaquim Levy nesta quarta-feira sobre caixa-preta do BNDES nos governos petistas

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ouve nesta quarta-feira (26) Joaquim Levy, ex-presidente do banco de fomento e ex-ministro da Fazenda do governo de Dilma Rousseff (PT), sobre a suposta caixa-preta do banco durante os governos petistas, entre 2003 e 2015.

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Além de integrante do governo Dilma, Levy foi presidente do BNDES no governo de Jair Bolsonaro (PSL), mas pediu demissão neste mês após  ataques públicos feitos pelo presidente da República, exigindo demissão de um servidor que também havia participado do quadro do banco durante governos petistas. Convocado para a CPI, ele é obrigado a comparecer.

A CPI do BNDES investiga supostas irregularidades cometidas pelo Banco Nacional do Desenvolvimento no período de janeiro de 2003 a 2015, que abrange os governos Lula e Dilma e é conhecida como ‘caixa-preta’ do BNDES .

“O ex-ministro ocupou a pasta da Fazenda entre 1º de janeiro e 18 de dezembro de 2015 e, nesse período, formulou e executou políticas econômicas que tinham total correlação com as atividades do BNDES”, argumentou o deputado Elias Vaz (PSB-GO) ao defender o comparecimento de Levy. “Vários dos investimentos realizados em empresas brasileiras que se internacionalizaram foram feitos sob a gestão de Levy, o que o coloca como testemunha privilegiada das operações”, justificou.

Leia também: ‘Playboy’, baladeiro e amigo dos Bolsonaro: conheça o novo presidente do BNDES

O deputado lembra ainda que, de acordo com o Estatuto do BNDES , o banco tem a obrigação de submeter à prévia anuência do Ministro da Fazenda “a assinatura de acordos de acionistas ou renúncia de direitos neles previstos, ou, ainda, assunção e quaisquer compromissos de natureza societária”.

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Marcada para esta quarta-feira, a CPI deve ter inicio às 14h30, no plenário 7 da Câmara dos Deputados, em Brasília.

Fonte: IG Economia
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