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Política

Bolsonaro é o candidato mais forte nas eleições de 2022

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Segundo o Paraná Pesquisas os percentuais variam de 27% a 30%. Em 2º turno, venceria 6 adversários, onde Lula é o oponente mais competitivo

O levantamento da empresa Paraná Pesquisas indica que o presidente Jair Bolsonaro lidera as intenções de voto na disputa à Presidência da República nas eleições de 2022. O chefe do Executivo está na frente em todos os cenários de 1º turno, com percentuais que variam de 27,5% a 30,7%.

A pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (24) pela revista Veja, foi realizada de 18 a 21 de julho, por meio de ligações telefônicas, em 188 cidades das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%.

O presidente manifesta intenção de disputar a reeleição. Em 10 de maio, disse que só deixa a Presidência em janeiro de 2027. De acordo com pesquisa DataPoder360, realizada de 20 a 22 de julho, a aprovação do trabalho do presidente é de 30% e a rejeição é de 43%.

Os dados mostram ainda que Bolsonaro derrotaria os 6 potenciais adversários no 2º turno da disputa ao Planalto em 2022 com percentuais em torno de 45%. Os adversários testados contra Bolsonaro foram: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro; o governador de São Paulo, João Doria (PSDB); e o apresentador Luciano Huck.

No 1º cenário de 1º turno testado pelo Paraná Pesquisas, Bolsonaro aparece 12 pontos percentuais a frente do 2º colocado, Sergio Moro. O presidente tem 29% e o ex-ministro da Justiça tem 17,1%. Em seguida, aparecem Fernando Haddad (13,4%), Ciro (9,9%), Luciano Huck (6,5%) e Doria (4%).

O levantamento também testou um cenário sem Haddad e Luciano Huck; com Lula e com a ex-ministra Marina Silva (Rede). Bolsonaro lidera 27,5%. O presidente fica 6 pontos percentuais à frente do petista. Em seguida, vêm Moro (16,8%), Ciro (8,3%) e Doria (3,8%).

Em mais um cenário, foram incluídos os nomes do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) e do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B). Não entram na disputa o ex-presidente Lula, Moro e Marina Silva. O presidente Jair Bolsonaro apresenta resultado melhor, com 30,7% das intenções dos votos ao Planalto. Em seguida, aparece Haddad (14,5%), com 16 pontos percentuais atrás do chefe do Executivo.

2º TURNO

A pesquisa também apurou como seriam os resultados do 2º turno. Os dados indicam que Jair Bolsonaro venceria em todos os 6 cenários e seria reeleito à Presidência.

O maior percentual que o presidente alcança é contra João Doria. Bolsonaro tem 51,7% das intenções de votos em um eventual 2º turno com o tucano, que teve 23%.

O maior adversário do presidente seria Lula. No 2º turno, no entanto, o levantamento mostra Bolsonaro 9 pontos à frente do petista, com 45,6% contra 36,4%.

Eis os cenários de 1 eventual 2º turno na disputa ao Planalto em 2022:

Cenário 1:

  • Bolsonaro – 46,6%
  • Haddad – 32%
  • não sabe – 4,6%
  • nenhum – 16,8%

Cenário 2:

  • Bolsonaro – 44,7%
  • Moro – 35%
  • não sabe – 5,6%
  • nenhum – 14,6%

Cenário 3:

  • Bolsonaro – 45,6%
  • Lula – 36,4%
  • não sabe – 4,3%
  • nenhum – 13,7%

Cenário 4:

  • Bolsonaro – 48,1%
  • Ciro Gomes – 31,1%
  • não sabe – 4,7%
  • nenhum – 16,8%

Cenário 5:

  • Bolsonaro – 51,7%
  • Doria – 23%
  • não sabe – 5,7%
  • nenhum – 14,6%

Cenário 6:

  • Bolsonaro – 50,8%
  • Luciano Huck – 27,6%
  • não sabe – 5,4%
  • nenhum – 16,2%

(*Poder 360)

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Relaxamento na prevenção à Covid pauta discursos

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A situação de queda dos casos de contaminação pelo novo coronavírus, a possível segunda onda da Covid-19, a nova situação social gerada pela pandemia e a violência sexual contra as crianças dominaram a pauta dos discursos dos deputados na sessão ordinária virtual da Assembleia Legislativa (Ales) nesta segunda-feira (31).

O deputado Dr. Rafael Favatto (Patri), lembrou que faltam quatro meses para acabar o ano de 2020 e que muitas pessoas afirmam que foi um ano que não se deve contar nem para aniversário. Ele lembra que foi um ano de muito trabalho, principalmente para os médicos. “A Assembleia Legislativa esteve à frente do protagonismo no momento certo. Fez votações importantes para a população capixaba, um trabalho que não distanciou da população, levando recursos e equipamentos. A Ales agiu no momento certo, mexendo no orçamento. O governo do Estado realizou a compra de leitos, transparente, com zelo da coisa pública”, lembrou.

Segunda onda

Favatto expressou preocupação com o feriado prolongado no próximo final de semana e os cuidados que a população deve continuar tendo na prevenção da Covid-19. “Estamos há mais de 10 dias com a queda do número de casos no estado. Estamos no selo azul, ao lado dos estados que estão diminuindo os casos. Mas um tempo atrás, o estado do Rio de Janeiro também estava diminuindo o número de casos, e agora retoma com mais de 70% de novas infecções”, registrou.  “Temos de ficar atentos e aproveitar esse momento de diminuição da curva. A população precisa e requer redobrar os cuidados”, alertou.

O relaxamento nos cuidados e na prevenção também foi comentado pelo deputado Sergio Majeski (PSB), ao destacar a quantidade de pessoas sem máscaras que presenciou na orla do Camburi. O parlamentar classificou a atitude como um desrespeito ao próximo. “Agora que a gente vê indícios de uma queda dos números de contaminados, é hora de aumentar os cuidados. Elas começam a agir como se nada estivesse acontecendo. Por favor, usem máscara!”, apelou.

Na mesma linha, foi o discurso da deputada Iriny Lopes (PT). Ela observou que, mesmo que a curva da pandemia esteja descendente, a situação não deve ser considerada um caso superado. “É necessário que as pessoas tenham consciência dos cuidados, para evitar a chegada de uma segunda onda. Se a contaminação vier uma segunda vez, virá mais forte ainda”, disse.

A parlamentar ainda fez críticas severas ao governo federal por conta da falta de um ministro da Saúde e a não destinação dos recursos reservados no orçamento para o combate à pandemia. Para ela, “o caos é um modelo de fazer política, e isso não é por acaso. O que justifica deixar de gastar recursos” questionou ao afirmar que nem 30% do dinheiro foram utilizados.

Já o deputado Theodorico Ferraço (DEM) demonstrou ceticismo sobre a eficácia de uma possível vacina e comparou a corrida salutar pela fabricação do medicamento com a corrida armamentista nos tempos da Guerra Fria. Disse que prefere os conselhos de seus colegas médicos deputados que recomendam cuidado, inclusive com uma possível segunda onda. Apelou para que as igrejas abracem a fé e coloquem a religião acima dos interesses financeiros. “Que mundo é esse que sem nenhum foguete manda todo mundo para casa”, perguntou. Ferraço ainda teceu elogios aos trabalhadores da saúde e lamentou as perdas. “É um tempo de reflexão, de fé e de esperança”, ponderou.

Comentário reforçado pelo deputado Pastor Marcos Mansur (PSDB), com relação ao papel da igreja. “Ela faz um trabalho que nenhuma instituição consegue fazer. Ela está onde o Estado não está”, considerou.

Violência

A violência sexual contra crianças e adolescentes voltou a ser comentada na tribuna. O deputado Delegado Lorenzo Pazolini (Republicanos) lembrou que foram noticiados mais três casos de estupros no estado e que o assunto foi abordado na Comissão de Segurança. Segundo ele, nos últimos dez anos houve um aumento expressivo de aumento dos casos de violência contra crianças. “Em 2019, apenas em nossa capital, foram 224 casos notificados pelos órgãos da Saúde, fora a subnotificação, aqueles não contabilizados. Aumento de 39% em relação a 2018, das vítimas de abusos sexuais, a maioria (82%) meninas”, informou.

Pazolini ainda relatou que nasceram em Vitória 10 crianças com mães menores de idade. “Há necessidade de reformulação de políticas públicas. A polícia investiga o fato criminoso, mas nós temos que trabalhar para que esses fatos não aconteçam”. Para ele, é preciso envolver toda a sociedade para evitar essa violência. “Nossas meninas estão tendo sua infância roubada. Falta a presença do poder público, ações de acolhimento e educação”, concluiu.

População em situação de rua

O deputado Sergio Majeski criticou na tribuna a ação comandada na semana passada por um vereador e pela Polícia Militar, que resultou na apreensão e destruição de pertences da população de rua. O parlamentar comentou que os abrigos públicos não dão conta de recolher as pessoas de rua e classificou um contrassenso, numa semana muito fria, a queima de cobertores usados pela população em situação de rua. Majeski cobrou informações sobre quem ordenou a ação e o motivo do suporte da PM em ato classificado por ele como desumano. “Não é dessas formas que vamos solucionar o problema dos moradores de rua”, considerou.

O clima de violência comentado pelos deputados levou Marcelo Santos (Podemos) a fazer uma reflexão sobre a situação. “A cada dia que passa estamos mais distante uns dos outros. A mesma tecnologia que nos torna mais capazes, eficientes, nos torna mais frios”, pontuou. Para Santos, “a igreja tem papel fundamental nesse momento, nos tornando mais próximos, para que nós não percamos o amor ao próximo. É impossível não se sensibilizar com tanta violência”, lamentou.

Bicicletas e radares

A sobrecarga de material apreendido e sem destino que lota as delegacias foi relatada pelo deputado Delegado Danilo Bahiense (PSL). A situação, de acordo com o parlamentar, acarreta um problema de longa data para a polícia civil, que chega a acumular mais de 3 mil bicicletas. Bahiense disse que não há local para levar esse material e não é possível identificar os proprietários.

Diante da situação o presidente da Comissão de Segurança propôs que essas bicicletas sejam transformadas em cadeiras de rodas e cadeira de banho. Também sugeriu que esse trabalho seja realizado pelos presos, onde há mão de obra ociosa.

Bahiense ainda lamentou que o governo do Estado ainda não tenha atendido esta demanda, sugerida por meio de indicação, transformada em projeto de lei que começou a tramitar durante a sessão. “Quantas vezes o cidadão teve que pedir por sua bicicleta na delegacia e não pode ser atendido, por falta de identificação, caso que não acontece com os veículos automotores”, comparou.  “Uma bicicleta para um trabalhador às vezes é muito mais importante que um veículo automotor”, concluiu Bahiense.

Problema de circulação pelas vias públicas e segurança também foi comentado pelo deputado Enivaldo dos Anjos (PSD) e reforçado pela deputada Janete de Sá (PMN). “Recebi e distribuí hoje um vídeo feito por um contribuinte mostrando a fraude escandalosa principalmente nos pedágios”. O vídeo gravou a velocidade do carro, comparando com a velocidade registrada por um radar.

O registro, segundo o deputado, mostra que o radar acusa uma velocidade bem maior do que a do veículo. “A população capixaba e a brasileira vive sendo roubada pelos radares, pelos pátios e pelos guinchos. Esses radares são escandalosos. Esse tipo de serviço não dignifica nenhum governo. Não é um instrumento que orgulha nenhum governo, fere a cidadania, o direito da pessoa, o direito de defesa, porque não tem como provar contra o equipamento”, denunciou.
 

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