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Economia

BC propõe renegociar dívidas de quem fizer curso de educação financeira

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Roberto Campos Neto, presidente do BC arrow-options
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Roberto Campos Neto prepara programa de renegociação de dívidas de quem fizer curso de educação financeira

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira (19), em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, que a instituição tem um projeto de renegociação de dívidas em parceria com os bancos que promete “taxas favoráveis” a clientes que fizerem um curso de educação financeira.

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Segundo Campos Neto, o programa de renegociação de dívidas deverá ser apresentado oficialmente nas próximas semanas. Ele não detalhou a data da divulgação ou os descontos que serão oferecidos, mas indicou que as agências bancárias deverão ter horário estendido para mutirão e os cursos de educação financeira.

O economista disse ainda que “Nós queríamos fazer aos sábados, mas estamos em debate com o sindicato [dos bancários]. A ideia era fazer um mutirão onde todos os bancos vão renegociar dívidas, em taxas favoráveis. A contrapartida disso é que o cidadão vai lá no banco renegociar dívida e faz um curso de educação financeira”, antecipou Campos Neto .

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Para o chefe da autoridade monetária, a ideia é estimular a organização, por mais que um dia de curso possa ser pouco. “É óbvio que não vamos formar as pessoas em educação financeira em um dia. Mas a gente acha que é possível fazer um curso que estimule a pessoa a procurar mais informação no futuro”, projetou o presidente do BC.

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Economia

Espírito Santo registra aumento de 30% em renegociação de dívidas

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Ofertas de flexibilização para o pagamento, além de facilidades para entrada e prestação a prazo, são alguns dos motivos pelo aumento da demanda

A pandemia do COVID-19 desencadeou uma crise econômica que tem assustado o mundo inteiro. Com a possível recessão global batendo à porta, milhares de pessoas veem a renegociação de dívidas como uma forma de amenizar os impactos na vida financeira. A QuiteJá , plataforma 100% digital de recuperação de crédito, registrou no estado do Espírito Santo um aumento de 30% em números de acordos realizados nos últimos meses.

De acordo com dados da Confederação Nacional de Comércio (CNC), a taxa de endividamento entre brasileiros chegou a 66,5%. Dentre as principais dívidas, estão as de cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, consignado e financiamento de carros e imóveis.

De acordo com o CEO da plataforma, Luiz Henrique Garcia, mesmo vivendo um momento de crise e com o quadro econômico frágil, a época é boa para renegociar dívidas e manter o nome limpo na praça. “Posso afirmar que o momento é sim o ideal para negociar, talvez seja o melhor dos últimos tempos. Com este quadro de forma geral, praticamente, todos os bancos ou redes varejistas estão com excelentes opções e ofertas de desconto, prazos para pagamento e taxas de juros favoráveis. Portanto, se o cliente possui hoje condição de negociação, o ideal é não perder tempo e correr para aproveitar, pois, é uma ótima oportunidade de negociar dívidas”, declarou.

A procura pela startup tem um principal motivo, as ofertas de flexibilização para o pagamento, além de facilidades para entrada e prestação a prazo. A startup já alcançou a faixa de de 2 milhões de boletos pagos.

Criada em 2016 por Luiz Henrique Mensch Garcia e Rafael Abreu, a QuiteJá oferece suporte durante todo o processo de pagamento, apresentando oportunidades e planos de negociação, e sugerindo descontos que beneficiem todos os envolvidos. Com atuação nacional, a empresa já ajudou mais de 600 mil brasileiros a regularizarem os seus débitos. Em um cenário com 63,8 milhões de inadimplentes no país, a empresa estima dobrar o crescimento ao longo de 2020.

Alguns resultados da QuiteJá em 2020:

Acordos pagos pela QuiteJá: 600 mil

Valor aproximado recebido e repassado aos credores: R﹩ 220.000.000,00 (duzentos e vinte milhões de reais), sendo mais de R﹩ 55.000.000,00 (cinquenta e cinco milhões), só nos 4 primeiros meses de 2020.

Média de boletos pagos por mês: 110 mil boletos.

Desconto concedido: R﹩ 1,2 bilhões de reais em desconto já concedidos aos usuários.

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