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“BBB 20”: Prior é acusado de estupro e uma de tentativa de estupro, diz revista

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O último eliminado do “BBB”, Felipe Antoniazzi Prior estaria enfrentando sérias acusações fora do reality show. Segundo apuação da repórter Natacha Cortêz da Marie Claire , com colaboração de Kellen Rodrigues, o arquiteto paulista é acusado de ter cometido dois estupros e uma tentativa de estupro, entre os anos de 2014 e 2018.

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Felipe Prior arrow-options
Reprodução/Instagram

Felipe Prior


Em agosto de 2014, quando Prior ainda era um estudante de arquitetura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ele teria cometido o primeiro estupro durante a InterFAU, competição universitária que reúne estudantes de arquitetura de São Paulo. Na noite do dia 9 de agosto, o ex-BBB teria dado uma carona para duas jovens, que haviam consumido bebida alcoólica. Após deixar uma das garotas em casa, Felipe teria forçado a jovem a ter relações sexuais com ele. 

De acordo com o depoimento, ela teria dito que não gostaria de fazer sexo com ele, mas Prior não respeitou a vontade da moça e teria dito: “Para de ser fresca, no fundo você quer, não é hora de se fazer de difícil”. Mesmo com as negações, o estudante teria estuprado Themis. 

Os danos causados pelo suposto crime teriam sido grandes. Themis relatou à revista que a violência do estupro foi tão grande que ela sofreu uma  laceração em seu lábio vaginal esquerdo. “Simplesmente coloquei a violência que sofri debaixo do tapete por seis anos. Achei que não lidando com ela, sumiria em mim. Atrasei dois anos da minha faculdade por causa do estupro. Tranquei todas as matérias do curso porque vê-lo todos dias era torturante. Ele é um cara impulsivo, agressivo. O que mostrou no BBB não chega perto do que é na vida real. Tenho medo do que pode fazer, mesmo diante de uma acusação formal, com advogada e tudo. Mas não posso mais guardar esse mal para mim”, relatou a jovem.

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InterFAU 2016

Dois anos após o suposto estupro contra Themis, Prior teria feito uma nova tentativa de estuprar uma mulher, novamente durante os jogos universitários de arquitetura. Na ocasião, ele teria conhecido uma moça que aceitou ir para a barraca dele.

A moça contou que ele tentou segurá-la usando a força, mas conseguiu escapar da barraca. “Quando começou o BBB , vi um tuíte de uma garota que dizia que o Felipe tinha fama de assediador no Mackenzie. Foi quando entendi que a violência que sofri não era única. Mandei uma mensagem para garota e disse a ela que se aparecessem mais vítimas, me manifestaria. Dessa forma encontrei Themis, que me contou que além do estupro, tinha um boletim médico comprovando a laceração em seu genital”, contou ela.

InterFAU 2018

Quatro anos após ter supostamente cometido o primeiro estupro, Prior teria voltado a cometer o crime. O arquiteto estava na cidade de Itapetininga, nos jogos universitários, quando conheceu a terceira vítima que teria levado tapas no corpo todo. 

Por conta da maneira como tratava as mulheres, Pior teria sido proibido de frequentar o InterFAU. A atlética do Mackenzie não quis se pronunciar sobre as acusações, já a TV Globo disse em comunicado: “A Globo é veementemente contra qualquer tipo de violência, como se percebe diariamente em seus programas jornalísticos e mesmo nas obras do entretenimento, e entende que cabe às autoridades a apuração rigorosa de denúncias como estas”. 

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Acusações

Até Prior entrar no ” BBB 20 ” não haviam queixas sobre os crimes que ele supostamente cometeu. Maira Pinheiro, uma das advogadas que defende as vítimas junto com Juliana de Almeida, conta como se deu o início da apuração das denúncias: 

“Esse trabalho começou no final de janeiro, a partir da conversa com a primeira vítima. Conforme tivemos informações sobre a existência de outras, percebemos que, para que os fatos fossem relatados com a devida profundidade e complexidade, teríamos que fazer uma investigação defensiva abrangente. E assim chegamos à segunda e à terceira vítimas e às demais testemunhas. Tivemos inclusive notícia de pelo menos uma outra, que acabou preferindo não depor”.

As advogadas das três vítimas teriam entrado com um pedido de medida cautelar, para que Felipe Prior seja impedido de entrar em contato com as jovens, até mesmo pela ajuda de terceiros. 

A redação do iG Gente  entrou em contato com a assessoria de Felipe Prior para que ele pudesse comentar os fatos relatados pela Marie Claire . Até o momento, o acusado e a família dele não emitiram nenhum posicionamento sobre o assunto.

Fonte: IG GENTE

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Além de “Madeleine”, outras cinco séries que narram crimes reais

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Treze anos depois,  a polícia alemã identificou um novo suspeito  pelo desaparecimento de Madeleine McCann . Com o novo desdobramento no caso, a procura pela série da Netflix que conta os bastidores das investigações do crime, que aconteceu em 2007, aumentou. Se você gosta de casos reais e tem estômago para saber em detalhes várias barbaridades que já aconteceram no mundo criminal, vai querer maratonar também essas produções:

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“The Trials of Gabriel Fernandez”


Em “The Trials of Gabriel Fernandez”, ou “Os Julgamentos de Gabriel Fernandez ” em português, a Netflix apresenta um relato completo e documentado do que aconteceu com o garoto, de origem latina, que vivia em Palmdale, norte de Los Angeles, EUA.

Através dos seis episódios, o documentário detalha as investigações feitas por assistentes sociais do país, que acabaram descobrindo que a criança sofria constantemente com abusos domésticos antes de ser morto pela mãe e pelo padastro, que desconfiavam da sexualidade do menino.

“Investigação Criminal”


A produção mostra como delegados, peritos e legistas conseguiram encontrar respostas para crimes que abalaram o Brasil. Entre eles, estão casos como os de Isabella Nardoni, Suzane Von Richthofen , Eloá, Maníaco do Parque, João Hélio, Farah Jorge Farah, Caroline Silva Lee, do serial killer de Itaquaquecetuba, do crime da Rua Oscar Freire e vários outros.

Produzidas pela  A&E  e antes disponíveis na Netflix , as nove temporadas, totalizando mais de 70 espisódios, estão agora no  Looke , serviço de streaming brasileiro.

“Conversando com um serial killer”


Ted Bundy foi um dos serial killers mais emblemáticos dos Estados Unidos. Nos anos 1970, ele foi responsável pelo assassinato brutal de dezenas de mulheres. Mesmo 50 anos depois, ele ainda desperta fascínio e espanto no público.

Produzida pela Netflix em 2019, a série reúne uma série de entrevistas atuais com policiais, jornalistas, advogados e até amigos de Ted, materiais de arquivo e gravações de áudio que traçam o perfil do criminoso. Os quatro episódios de “Conversando com um serial killer” estão disponíveis no serviço de streaming.

“Gênio do Mal: A Verdadeira História do Assalto a Banco Mais Diabólico da América”


Em 2003, nos Estados Unidos, um entregador de pizza entrou num banco com uma bomba em seu corpo e uma estranha bengala. Após anunciar o assalto, vem a parte mais assustadora da história: o homem simplesmente explodiu.

A série documental produzida e disponível na Netflix  explora o que há por trás do misterioso caso do ” pizza bomber “, como veio a ser chamado. A história real deixou muitas dúvidas – Ele estava por trás do roubo? Era a vítima? O que deveria fazer? Com um minucioso trabalho de pesquisa e acervo, a produção tenta solucionar algumas destas questões.

“Marielle – O Documentário”


A série documental conta a vida e a morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco , e de seu motorista, Anderson Gomes , em um atentado em 2018. Até hoje, o crime não foi solucionado e o culpado está impune.

Original Globoplay , a produção registra momentos íntimos da vida da vereadora e do motorista, construíndo uma narrativa até o assassinato da dupla. São seis episódios, que variam entre 45 e 60 minutos, compostos por entrevistas com os familiares das vítimas, policiais, jornalistas que cobriram o caso, procuradores e autoridades políticas e outros materiais inéditos.

Fonte: IG GENTE

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