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Banheiros pequenos: como otimizar?

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A metragem dos apartamentos encolheu acompanhando a tendência do mercado – aumento do número de pessoas que optam em morar sozinhas. As vantagens desse tipo de espaço são economia (IPTU e condomínio), praticidade no seu dia-a-dia e mobilidade – geralmente localizados nos grandes centros urbanos, próximos as facilidades do transporte público, comércio e serviços. Um dos maiores desafios é a otimização dos espaços para que tudo fique funcional. A partir de deste post, a coluna Dentro de Casa trará uma  sequência de dicas com o intuito do melhor aproveitamento dos espaços, sem que você abandone os itens essenciais para a sua rotina.

Banheiro – um espaço “esquecido” da decoração?

Ambiente antigamente pouco explorado, hoje é considerado essencial na composição de um projeto de interiores: seja na substituição de materiais ou para melhorar a disposição dos acessórios e móveis. Acredite, qualquer mudança fará uma grande diferença. Confira a seguir algumas dicas para sua otimização.

Acesso – Em vez da tradicional porta de abrir, pode-se optar ou pela porta de correr ou pela porta camarão, também conhecida como articulada. Ambas são ótimas opções pois não consomem espaço no seu grau de abertura, beneficiando a otimização interna. Alguns pontos pesam contra: não possuir uma vedação completa, possibilitando passagem de ruídos, ventos e odores pelas suas frestas e o desgaste maior das ferragens, demandando maior manutenção.

Box – Item essencial e com diversas alternativas de materiais no mercado – tecido, acrílico, PVC, vidro – a depender de disponibilidade financeira. A opção preferível na busca da leveza é o box de vidro. Dentro desta categoria, os melhores custos-benefícios são as opções com portas de abrir ou de correr. Quer priorizar uma abertura confortável? Informe-se com um especialista sobre o box articulado ou sanfonado de vidro, que funciona como uma espécie de porta camarão.

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Nichos embutidos – Se no seu imóvel as paredes podem sofrer algum tipo de interferência, execute aberturas com o intuito de embutir nichos e abuse deste artifício. Dentro do box esse tipo de nicho traz mais conforto durante o banho (nunca mais você irá esbarrar no porta-shampoo que teimará em cair ao longo do tempo).

Fora do box, há duas opções de uso: a primeira, para ganhar espaço interno dentro de algum armário ou nicho; e a segunda, para embutir acessórios como porta-toalhas e ganchos, deixando a área de passagem mais livre e confortável.


Nicho embutido na alvenaria
Cumbuca Estúdio

Nicho embutido na alvenaria

Paredes – Aproveite ao máximo as paredes disponíveis – instale nichos, prateleiras e acessórios. Confira se a profundidade dos itens a instalar não afetará o espaço de passagem e atente-se às quinas para que não ocorra acidentes domésticos.

Gabinete – Existem diversas opções e, claramente, a melhor será a que se adequará ao seu perfil.

1.       Gabinete com portas de abrir ou correr: excelente alternativa para quem gosta de aproveitamento total do espaço, uma vez que internamente você utilizará da forma que desejar, inclusive com acessórios como aramados, caixas ou, simplesmente, deixar livre.

2.       Gabinete com gavetas: para quem gosta de visualizar os itens “por cima”, sem ter a necessidade de abaixar para verificar os itens do seu armário.

3.       Nicho aberto ou prateleiras: se você é uma pessoa extremamente organizada, essa é melhor opção, pois economiza-se em material e ganha-se alguns centímetros antes destinados a espessura das portas e ferragens. Abuse de caixas organizadoras, ótimo recurso para explorar a decoração.

Acima da pia – Relembre o banheiro da casa dos seus avós. Consegue visualizar um módulo acima do gabinete, composto por um armário embutido com espelho e já com espaço destinado à escova de dentes? Esse conceito voltou mais moderno e atualizado, excelente escolha para que deseja mais aproveitamento do espaço. Normalmente, sua instalação inicia-se à 30cm da bancada (depende da altura da sua torneira), possui profundidade de 12cm (margem de segurança para você não bater a cabeça) e sua altura dependerá da composição desejada, podendo ir até o teto.

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Quer charme? Que tal embutir uma fita Led, auxiliando na iluminação do ambiente? Internamente, distribua diversas prateleiras para itens como desodorante, algodão, entre outros itens de higiene pessoal. Caso seu vaso sanitário possua caixa acoplada, essa profundidade é preciosa para estender esse conceito, aproveitando mais ainda o espaço.


Armário superior com espelho
Your Beautiful Home

Armário superior com espelho

Acessórios – Muitas vezes os banheiros pequenos não possuem espaços adequados para os acessórios essenciais, como porta papel higiênico. Uma opção é integrá-lo diretamente na lateral da marcenaria ou utilizar um acessório de piso, facilitando a movimentação para limpeza.

Dicas da Helô: alguns artifícios visuais auxiliam na sensação de amplitude do espaço: utilize tons claros nas superfícies como pia, parede e piso; use e abuse de espelhos, desde que as cores utilizadas não sejam escuras (cuidado com o efeito contrário); utilize o teto para pendurar acessórios que comportem pequenos objetos (exemplo: composição de redinhas ou aramados) e priorize sempre a organização: se não couber um espaço para um cesto de roupas suja, pense em outro local da casa. Lembre-se: o foco é seu bem-estar e conforto.

Leia mais:

Qual tipo de vidro usar? Clique aqui

Fonte: IG Delas
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‘Tinja o cabelo’: aluna de medicina faz lista com vezes que sofreu com machismo

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Se você é mulher, certamente já ouviu frases como “Isso não é coisa de menina” ou “Você precisa se comportar como uma moça” quando pequena. Infelizmente, o machismo influencia a vida de uma mulher antes mesmo de ela nascer e isso não acaba quando ela cresce – ainda que seja completamente independente e se sinta plenamente pronta para enfrentar aquilo que disseram que ela não seria capaz de fazer. 

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Posts de Hanna relatando machismo no curso de medicina em sua página no Twitter
Reprodução/Twitter

Hanna relata machismo no curso de medicina em sua página no Twitter

Um exemplo disso foi compartilhado por uma estudante de medicina em sua conta no Twitter. Hanna Yard resolveu listar na rede social todas as vezes que ela foi vítima de machismo durante seu curso, tendo seus colegas e professores como principais opressores.

A jovem de 24 anos, que é de Southampton, usou a hashtag #everydaysexism (ou “#sexismodiário”, em tradução para o português) para fazer uma sequência de posts com comentários que ela e algumas amigas mais próximas ouviram enquanto estudantes mulheres de medicina.

Ela começa contando que já chegou a ouvir de um cirurgião a frase: “É legal finalmente ter algo para olhar através da mesa de operações”, quando eles iriam trabalhar juntos em um procedimento.

Também fala que, diversas vezes quando responde a alguma pergunta corretamente, escuta um “boa menina” de seus professores ou superiores. “Surpreendentemente, nunca ouvi um ‘bom menino’ sendo usado para nenhum dos meus colegas homens”.

Hanna diz que, uma vez, em sua terceira semana com uma equipe cirúrgica, ela chegou à clínica, de roupa social e usando um cordão vermelho brilhante onde estava escrito ‘Estudante de Medicina’ e ouviu o pessoal perguntando: “Você é uma das enfermeiras estudantis?”.

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E essa não foi a primeira vez que ela foi “confundida” com uma enfermeira. Ela foi referida dessa forma por médicos e pacientes, mesmo depois de se apresentar como médica-estudante, semanalmente.

A jovem também revelou que um colega do sexo masculino achou que seria engraçado dizer que ela estava no trabalho para “fazer sanduíches”. “Depois de me apresentar em uma enfermaria como aluna de medicina designada para a equipe do dia, ouvi um ‘Ela deve estar aqui para fazer os sanduíches’, seguido de gargalhadas da equipe masculina”.

Até seu cabelo loiro não escapou dos comentários sexistas. Além de o fato de ela ser referida toda hora como “loira” e não por seu nome durante uma semana, ela afirma que também chegou a ser orientada a tingir o cabelo quando chegou para se matricular na pós-graduação na Universidade de Bristol, em 2013.

Segundo Hannah, ela foi informada por um membro das equipes de admissão da universidade que precisava se certificar de que “se deparou com o caminho certo”. “Quando perguntei o que ele queria dizer, ele disse que para eu ser levada a sério na medicina, provavelmente precisaria pintar meu cabelo e ficar morena. Fiquei chocada! Não podia acreditar que alguém diria isso para mim.”

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Homens não ouviriam os mesmos comentários


Médica loira vestindo jaleco, com feição séria e de braços cruzados
shutterstock

Estudante de medicina conta que foi orientada a tingir seu cabelo para “ser levada a sério”

Ao jornal britânico The Sun , ela conta que não conhece um único colega do sexo masculino que tenha sido confundido com uma enfermeira, chamado por algum apelido depreciativo ou referido como ‘algo legal de se olhar’.

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“Se alguém na rua falava assim comigo, eu sempre revidava. Mas, quando estou no trabalho não tenho como fazer isso, porque pode afetar a minha carreira”, afirma. “Eu estudei por sete anos e mereço estar aqui”.

“As gerações mais velhas precisam ser educadas e entender que esse comportamento não é aceitável. Não são apenas os alunos que precisam lidar com isso, mas também os membros da equipe do hospital”, enfatiza.

Um porta-voz da Universidade de Bristol, onde o comentário sobre tingir o cabelo foi dito afirmou que a instituição está “totalmente comprometida em ser um lugar onde todos se sintam seguros, bem-vindos e respeitados” e lamentou o ocorrido. 

A Universidade de Cardiff também foi contatada para comentar. “Estamos extremamente preocupados com as alegações que foram feitas e encorajamos qualquer um que tenha experimentado qualquer uma dessas questões para levantá-las através do nosso procedimento formal de reclamações de estudantes”, relata em comunicado oficial.

‘Machismo não é piada’


Cirurgiã lança olhar para quem está vendo a imagem, enquanto médicos estão fazendo uma operação
shutterstock

Jovem também afirma que ouviu de um colega de profissão que com ela na sala de cirurgia ele teria “algo legal para olhar”

Adanna Anomneze-Collins, presidente da Associação de Estudantes de Medicina do Reino Unido para a Associação Médica Britânica (BMA), defende que “todo comportamento machista ou abusivo é totalmente inaceitável no local de trabalho médico moderno e não deve ser tolerado”.

“Para um  estudante de medicina , ser exposto a atitudes desatualizadas e desrespeitosas pode ter um efeito profundamente negativo, não apenas em seu bem-estar e saúde mental, mas também na forma como eles vêem a profissão em que estão prestes a entrar”, diz.

Ela ainda ressalta que com as mulheres ainda sub-representadas na medicina, “não podemos permitir que tal comportamento impeça médicas talentosas de seguir a carreira”. “A discriminação não apenas prejudica quem é alvo dela, mas cria um ambiente que não é atencioso, não dá suporte e não é colaborativo”.

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Para a presidente da Associação de Estudantes de Medicina do Reino Unido, o comportamento “sexista, desrespeitoso e discriminatório” não deve ser tolerado, e “os empregadores, educadores e corpos profissionais têm um papel a desempenhar para garantir isso”.

Hannah completou um curso de graduação em farmacologia e, em seguida, optou por continuar seus estudos na Universidade de Cardiff. Agora, ela está no quarto ano de um curso de medicina de pós-graduação e faz estágio em hospitais do sul do País de Gales.

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Ao final do tópico no Twitter, Hannah escreveu que “o sexismo na medicina ainda é um problema e algo que não deve ser apenas aceito como ‘uma piada’”. Infelizmente, o machismo ainda é um problema que afeta a sociedade como um todo, e deve ser discutido para que mulheres se sintam confortáveis para serem e fazerem o que quiserem.

Fonte: IG Delas
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