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Economia

Avianca Brasil cancela mais de 1,3 mil voos até o dia 28 de abril

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Avião da empresa Avianca
Divulgação/Avianca Brasil
Avianca Brasil cancelou 1.305 voos e os aeroportos mais prejudicados são Guarulhos, São Paulo, e Galeão, Rio de Janeiro

A Avianca Brasil, quarta companhia aérea do país, que está em recuperação judicial desde dezembro de 2018, cancelou 1.305 voos no Brasil entre a sexta-feira (19) e o domingo após a Semana Santa (28).

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Entre os aeroportos mais prejudicados pelos cancelamentos da Avianca
, estão o Galeão, no Rio de Janeiro, com 232 trechos suspensos, entre partidas e chegadas, e Guarulhos, em São Paulo, com 748 trechos. Outros aeroportos bastante afetados são o de Brasília, com 266 trechos cancelados, Salvador, com 217, Porto Alegre, com 99, e Curitiba com 75.

Outros aeroportos em que haverá suspensão de voos
da empresa, entre decolagens e aterrissagens, são Florianópolis (100 cancelamentos), Confins (70 voos suspensos), Vitória (28), Aracaju (42), Recife (138), Maceió (40), João Pessoa (52), Natal (26), Fortaleza (128), Foz do Iguaçu (40), Cuiabá (62), Campo Grande (50) e Belém.

O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, terá 6 cancelamentos
, entre partidas e chegadas, mas o Santos Dumont ficou de fora da lista de voos suspensos. 

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Com mais de 250 voos cancelados até segunda-feira (22), passageiros com assentos comprados enfrentaram dificuldades para embarcar no início do feriado da Semana Santa. No Galeão, na quinta-feira (18), quatro voos da companhia foram cancelados. Clientes reclamavam no balcão da empresa sobre a falta de informações da companhia aérea na busca por alternativas para conseguir viajar.

A partir da próxima semana a frota de aviões da Avianca
Brasil sofrerá um corte drástico. De acordo com comunicado da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aérea devolverá 18 aeronaves para empresas de leasing. Com isso, a empresa ficará com apenas oito aviões para suas operações diárias.

Leia mais:  Informações sobre maiores clientes do BNDES já estavam disponíveis desde 2015

Fonte: IG Economia
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Economia

União pagou R$ 4,25 bilhões de dívidas de estados no primeiro semestre

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O Tesouro Nacional pagou, no primeiro semestre, R$ 4,25 bilhões em dívidas atrasadas de estados . Desse total, a maior parte, R$ 2,12 bilhões, é relativa a atrasos de pagamento de Minas Gerais . Também foram pagos R$ 1,99 bilhão do Rio de Janeiro e R$ 131,21 milhões de Goiás.

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Os dados estão no Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito, divulgado nesta segunda-feira (15) pela Secretaria do Tesouro Nacional . As garantias são executadas pelo governo federal quando um estado ou município ficar inadimplente em alguma operação de crédito. Nesse caso, o Tesouro cobre a dívida do estado, mas retém repasses da União para o ente devedor até quitar a diferença, cobrando multa e juros.

Apenas em junho, a União quitou R$ 1,26 bilhão de dívidas em atraso de entes subnacionais. Desse total, R$ 610,45 milhões couberam ao estado do Rio, R$ 520,36 milhões a Minas Gerais e R$ 131,21 milhões a Goiás.

Leia mais: Após quatro meses seguidos de retração, prévia do PIB volta a ficar positiva

Em 2016, 2017 e 2018, o Tesouro cobriu, respectivamente, R$ 2,377 bilhões, R$ 4,059 bilhões e R$ 4,803 bilhões em dívidas em atraso de estados e municípios.

As garantias honradas pelo Tesouro são descontadas dos repasses da União aos entes federados – como receitas dos fundos de participação e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), dentre outros. Sobre as obrigações em atraso incidem juros, mora e outros custos operacionais referentes ao período entre o vencimento da dívida e a efetiva honra dos valores pela União.

STF impediu execuções

Nos últimos dois anos, no entanto, decisões do Supremo Tribunal Federal impediram a execução das contragarantias de vários estados em dificuldade financeira. Com a adesão do estado do Rio de Janeiro ao pacote de recuperação fiscal , no fim de 2017, o estado pôde contratar novas operações de crédito com garantia da União, mesmo estando inadimplente. Algumas contragarantias de Minas Gerais também não estão sendo executadas por causa de liminares concedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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Recentemente, o STF concedeu liminar para que Goiás entre no regime de recuperação fiscal, mesmo não cumprindo todos os requisitos para receber a ajuda. Na semana passada, o governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou que o estado está elaborando um plano de ajuste fiscal e um cronograma de privatizações de estatais locais para poder aderir ao programa.

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Sem ter aderido ao programa de recuperação fiscal, o estado de Minas Gerais está impedido de contrair financiamentos com garantias pelo Tesouro até 28 de maio de 2020; Goiás até 27 de junho de 2020; Piauí até 13 de setembro deste ano; e Roraima até 12 de dezembro deste ano. A prefeitura de Natal, que não pagou dívidas com a União em 2017, não poderá pegar empréstimos garantidos pelo Tesouro até 28 de dezembro de 2019.

Fonte: IG Economia
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