conecte-se conosco



Internacional

Atleta fica 25 dias em coma após contrair Covid-19

Publicado

em


source
Ahmad Ayyad
Reprodução/Facebook

Ahmad Ayyad testou positivo para novo coronavírus (Sars-CoV-2) e influenza ao mesmo tempo

Aos 40 anos, Ahmad Ayyad apresentava um físico acima da média por conta das partidas de basquete, aulas de boxe e maratonas. Mas isso não o impediu de ficar em coma induzido por 25 dias após contrair a Covid-19 .

Leia também:

Residente de Washington (EUA), Ahmad contraiu o novo coronavírus (Sars-CoV-2) em meados de março. Ao retornar do trabalho, o empresário sentiu muita falta de ar enquanto subia as escadas para seu apartamento. Falar, dirigir e respirar também se tornaram tarefas difíceis. 

Nos dias seguintes, Ahmad teve surtos de tosse, picos de febre, perda do apetite e queda de energia. De início, o empresário achou que havia contraído uma gripe comum, mas um colega o incentivou a procurar ajuda hospitalar. No dia 15 de março, Ahmad testou positivo para influenza e o novo coronavírus.

Seu quadro continuava piorando, e os médicos decidiram transferi-lo para o Hospital Johns Hopkins, onde foi induzido ao coma. A internação de Ahmad impressionou os médicos, uma vez que o empresário se mostrava mais saudável que a média dos americanos.

Depois de 25 dias, Ahmad acordou do coma induzido e começou a mostrar os primeiros sinais de recuperação. Hoje, totalmente curado da doença, ainda sente as sequelas de ser um sobrevivente da Covid-19, tanto em sua forma física quanto nos danos pulmonares. 

Em uma entrevista à CNN, Ahmad criticou pessoas que andam sem máscaras nas ruas. “Estão levando na boa. Sou um sobrevivente e continuo muito assustado”, afirmou. 

Fonte: IG Mundo

Comentários do Facebook

Internacional

Lei de segurança de Hong Kong define limites, diz líder

Publicado

em


.

A lei de segurança nacional de Hong Kong não é “uma tragédia”, disse a líder do Executivo do país, Carrie Lam, nessa terça-feira (7). Ela tenta reverter a desconfiança sobre a nova legislação, aprovada pela China, que críticos dizem ser capaz de acabar com as liberdades responsáveis pelo sucesso da cidade como polo financeiro.

Ilustrando os temores em relação à lei, o aplicativo de vídeo TikTok disse que se prepara para sair do mercado de Hong Kong. Outras empresas de tecnologia disseram que suspenderam o processamento de pedidos de dados de usuários feitos pelo governo local.

A legislação abrangente imposta à ex-colônia britânica pune o que a China define como secessão, subversão, terrorismo e conluio com forças estrangeiras, com pena até de prisão perpétua.

As medidas entraram em vigor ao mesmo tempo em que foi divulgada ao público, pouco antes da meia-noite da terça-feira passada (30). A polícia prendeu mais de 300 pessoas em protestos realizados no dia seguinte — cerca de 10 delas, incluindo um adolescente de 15 anos, por supostas violações da lei.

“Certamente isso não é uma tragédia para Hong Kong”, disse Carrie Lam, a líder pró-Pequim, em entrevista coletiva semanal. “Tenho certeza de que, com o passar do tempo, aumentará a confiança no modelo ‘um país, dois sistemas’ e no futuro de Hong Kong”.

A legislação é criticada por ativistas democráticos e por governos ocidentais por minar as liberdades garantidas pela fórmula “um país, dois sistemas”, acertada quando Hong Kong voltou ao controle chinês em 1997.

Autoridades de Pequim e de Hong Kong disseram que a legislação, que dá a agências de segurança da China continental o direito de aplicar as regras na cidade pela primeira vez, é vital para preencher brechas na defesa da segurança nacional, expostas pela incapacidade do território de aprovar tais leis por si mesma, como exigido pela Lei Básica, sua miniconstituição.

Lam afirmou que casos envolvendo agentes chineses serão “raros”, mas que a segurança nacional é uma “linha vermelha” que não deve ser ultrapassada.

A lei não é dura quando comparada com as de outros países, argumentou Lam. “É uma lei bastante branda. Sua abrangência não é tão ampla como as de outros países, mesmo a China”.

Críticos dizem que o objetivo da lei é sufocar o movimento pró-democracia que desencadeou meses de protestos, às vezes violentos, no ano passado.

Na noite de segunda-feira (6), Hong Kong divulgou detalhes de como a lei será implantada e mostrou os poderes da polícia pela internet, que incluem o de pedir que editores removam informações consideradas ameaça à segurança nacional.

Empresas de internet e seus funcionários ficam sujeitos a multas e até a um ano de prisão se não obedecerem, e a polícia pode confiscar seus equipamentos. Também se espera que as companhias forneçam registros de identificação e assistência para decodificação.

Pouco tempo depois de a lei entrar em vigor, ativistas democráticos como Joshua Wong desmontaram suas organizações, e outros foram embora

Comentários do Facebook
Continue lendo
Nacional17 minutos atrás

Tremor de terra abala interior do Ceará

Labsis / Divulgação Tremor foi sentido em cidades do interior do Ceará Um  tremor de terra de 2.5 pontos na...

Política17 minutos atrás

Sete urgências na pauta desta quarta-feira

. Sete projetos de autoria parlamentar encabeçam a pauta de votações da sessão ordinária virtual desta quarta-feira (8), a partir...

Nacional17 minutos atrás

“Colocou em risco outras pessoas”, diz infectologista após positivo de Bolsonaro

Reprodução Para infectologista, Bolsonaro ‘é um péssimo exemplo para outras pessoas’ Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro participou de...

Economia17 minutos atrás

Fundador da rede Ricardo Eletro é preso em São Paulo por sonegação fiscal

Reprodução Ex-fundador da Ricardo Eletro e a filha foram detidos nesta quarta-feira (8) por sonegação fiscal O fundador e ex-principal...

Política52 minutos atrás

Novo texto para PL que reabre igrejas na pandemia

. O funcionamento de igrejas e templos religiosos como atividade essencial em períodos de calamidade pública no Espírito Santo é...

Internacional52 minutos atrás

Lei de segurança de Hong Kong define limites, diz líder

. A lei de segurança nacional de Hong Kong não é “uma tragédia”, disse a líder do Executivo do país,...

Entretenimento52 minutos atrás

Nego do Borel foi socorrido pelo sogro após sofrer acidente

Luiz Fernando Barreiros, pai de Duda Reis e  sogro de Nego do Borel, deixou as desavenças com o genro de...

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

ENTRETENIMENTO

POLÍTICA

Esportes

Mais Lidas da Semana

error: O conteúdo está protegido !!