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Aras pede suspensão de tramitação do inquérito sobre fake news

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Augusto Aras
Rousinei Coutinho/SCO/STF

Aras considerou “desproporcional” o bloqueio de contas dos investigados.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu a suspensão da tramitação do inquérito das fake news . O pedido foi feito no começo da tarde desta quarta-feira (27), horas após a deflagração de uma operação da PF que tinha como alvo um grupo criminoso que estaria divulgando notícias falsas. Aras fez o pedido em uma ação do partido Rede que questionava o inquérito.

Leia também: “Ofender STF é desprezar democracia”, diz Toffoli

O pedido foi feito ao ministro Edson Fachin , do Supremo Tribunal Federal (STF). Aras alegou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) foi “surpreendida” pela operação da PF, uma vez que ela foi realizada “sem a participação, supervisão ou anuência prévia do órgão”. 

Aras também afirmou que a não participação da PGR nas ações “reforça a necessidade de se conferir segurança jurídica”. No pedido, Aras diz, ainda, que não vê crimes nas postagens em redes sociais dos alvos da operação e julga que as medidas de bloqueio de contas dos investigados são “desproporcionais”. 

“Na medida em que as manifestações feitas em redes sociais atribuídas aos investigados inserem-se na categoria de crítica legítima – conquanto dura -, ao ver deste órgão ministerial são desproporcionais as medidas de bloqueio das contas vinculadas aos investigados nas redes sociais”, afirmou o PGR.

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Bolsonaristas provocam MBL após prisão de empresário: “Projeto tosco de poder”

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Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL
Reprodução/Facebook

Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pessoas ligadas a ele no governo federal fizeram uma provocação ao Movimento Brasil Livre (MBL) nas redes sociais lançando neste sábado (11) a hashtag #DerreteMBL. As publicação ocorre um dia depois da  prisão de um empresário ligado ao grupo.

Entre os que aderiram às provocações está ministro Marcelo Álvaro Antônio , que chefia a pasta do Turismo no Planalto. Ele usou o Twitter para acusar o grupo de ser “quadrilha”, citando o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), que é um dos nomes ligados ao MBL mais conhecidos.

“Essa turminha é muito boa em criticar, mas, na verdade, não passam de uma quadrilha com um projeto tosco de poder, capitaneada pelo ‘Dep. faKIM News'”, escreveu Álvaro Antônio.

Um dos ataques também veio do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, que disse que o MBL e outros deputados fazem parte de uma “milícia digital”.

O motivo das provovações foi o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão nesta sexta da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público contra nomes ligados ao MBL.

A operação, batizada de “Júnior Moneta”, investiga fraudes e desvios de até R$ 400 milhões. Apesar da ligação entre os presos e o MBL, o MP afirmou que os desvios até o momento não são da alçada política, e sim em empresas ligadas aos presos.

Um dos alvos foi Carlos Augusto de Moraes Alfonso, que usava o pseudônimo de Luciano Ayan nas redes sociais, e já foi considerado uma espécie de “guru” do MBL.

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