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Após críticas, Hamilton Mourão decide não viajar no mesmo avião que Bolsonaro

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General da reserva do Exército, o vice-presidente eleito Antonio Hamilton Martins Mourão (PRTB)
Divulgação/Exército Brasileiro – 7.7.14

General da reserva do Exército, o vice-presidente eleito Antonio Hamilton Martins Mourão (PRTB)

O general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), vice-presidente eleito do Brasil, declarou nesta quinta-feira (8) sua intenção de não mais acompanhar o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), em suas viagens de avião pelo país e no exterior.

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A declaração foi feita após as críticas veiculadas na imprensa em razão de os dois terem dividido uma aeronave da Força Aérea Brasileira, na terça-feira (6), na primeira viagem oficial da dupla após o segundo turno das eleições. Assim, o general da reserva  Hamilton Mourão afirmou que pretende, já nesta quinta-fera (8), retornar sozinho para o Rio de Janeiro em vôo comercial.

Protocolos internacionais de segurança desaconcelham que os dois primeiros nomes na linha de sucessão do governo compartilhem uma mesma aeronave. O objetivo é evitar uma crise institucional e política na eventualidade de um acidente fatal.

Caso semelhante aconteceu na Polônia, em 2010, quando o avião que levava o presidente Lech Kaczynski, a primeira-dama e vários membros do alto escalão do governo se acidentou, levando à morte toda a tripulação.

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Em reservado, membros do próprio Exército criticaram a viagem conjunta do presidente e vice eleitos. Membros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência também estranharam a opção de Bolsonaro e Mourão. De acordo com eles, é praxe há décadas que os chefes do Poder Executivo viagem em separado.

“É o que mostra o bom senso. No país, não é uma novidade”, explicou, ao jornal Folha de S.Paulo , o ex-ministro do GSI, general José Elito Carvalho. 

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O retorno – em nave separada – de Hamilton Mourão à Brasília deve acontecer em breve. A presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entrou em contato com o ministro extraordinário Onyx Lorenzoni para agendar a diplomação do presidente eleito devido à cirurgia de Bolsonaro. A ideia do TSE é que a solenidade ocorra no dia 11 de dezembro.

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Em novo recuo, MEC revoga portaria que suspendia avaliação da alfabetização

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Essa não é a primeira vez que o ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez volta atrás em uma decisão
Luis Fortes/MEC – 2.1.19

Essa não é a primeira vez que o ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez volta atrás em uma decisão

O Ministério de Educação (MEC) anulou, na madrugada desta terça-feira (26), a portaria, publicada ontem, que previa novas regras quanto à alfabetização do País, alterando o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A decisão, que consta no Diário Oficial da União de hoje, foi assinada pelo ministro Ricardo Vélez Rodríguez. O episódio representa um novo recuo do MEC, o segundo só neste ano.

A portaria anterior determinava que a avaliação dos avanços da alfabetização na educação básica do País seria suspensa e só voltaria a ser realizada em 2021. Agora, ainda não há definição de quando as novas diretrizes do Saeb serão divulgadas.

O Saeb é realizado a cada dois anos e, de acordo com os últimos resultados, captados em 2017, a maioria dos alunos do 3º ano do ensino fundamental apresentava nível de alfabetização insuficiente.  C
om a primeira decisão do MEC, haveria um buraco de quatro anos nas medições sobre o desenvolvimento dos alunos na aprendizagem de ler e escrever. 

No ano passado, o governo de Michel Temer havia anunciado que os alunos do 2º ano do ensino fundamental passariam a ser avaliados pelo Saeb em 2019. Tradicionalmente, a prova só era aplicada para o 5º e 9º ano do fundamental e para o 3º ano do ensino médio.

Ontem, o Inep informou que o motivo para a não aplicação das provas para medir o aprendizado dos alunos em ler e escrever seria a necessidade de dar tempo às escolas se adaptarem à  nova Base Nacional Comum Curricular (que determina o que as escolas devem ensinar). Agora, frente ao recuo, o Conselho deve decidir hoje se mantém critérios sobre investimento em educação básica. 

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A publicação das diretrizes para o Sistema de Avaliação da Educação Básica, que mede a alfabetização , já estava atrasada, assim como outras ações do Ministério da Educação também têm enfrentado dificuldades para avançar num momento em que a pasta se encontra em ebulição. Com danças das cadeiras quase que semanais , o ministério tem sido palco de embates entre militares, técnicos e os chamados ‘olavistas’ – ex-alunos de Olavo de Carvalho.

Fonte: IG Mundo
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