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Aplicativos podem cobrar até R$ 350 de cliente que sujar carro: entenda a regra

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Conheça as taxas de limpeza dos aplicativos de transporte no Carnaval


Bloco para cá, festa para lá. Carnaval é época de folia e, na hora de se locomover pela cidade, muita gente acaba optando pelos aplicativos de transporte . Mas, no meio de tanto glitter, bebida e purpurina, a viagem pode acabar saindo bem cara. Isso porque, quando o assunto são os aplicativos de transporte, a regra é clara: sujou, pagou

Todos os aplicativos de transporte ressarcem os motoristas que precisam lavar ou limpar seus carros depois de danos causados pelos passageiros. E, na maior parte dos casos, o dinheiro vem do bolso de quem sujou o veículo. 

Leia também: Para economizar, foliões levam bebidas para blocos e frustram ambulantes

Por isso, quando entrar no carro antes ou depois de curtir a folia, se atente para não sujar o veículo e acabar tendo um gasto extra. Glitter, purpurina, bebida, urina e vômito espalhados pelo banco são alguns dos exemplos de dano que podem ser cobrados dos passageiros. Confira o que prevê cada uma das empresas de mobilidade nesses casos:

Taxa de limpeza na Uber

Na Uber , o motorista pode solicitar uma taxa de limpeza toda vez que “algum usuário sujar o carro a ponto de impedi-lo de aceitar novas viagens”. Nesse caso, a taxa é cobrada diretamente do usuário, que recebe um aviso no aplicativo. 

Leia também: De R$ 3.500 a R$ 220 mil: veja quanto custa montar um bloco de carnaval

O preço pago pelo passageiro varia de acordo com o tamanho da sujeira, e pode ir até R$350. Veja o que deixa essa conta mais cara:

  • Até R$50 – pequenas sujeiras (como bebidas e comidas) no interior ou exterior do veículo;
  • Até R$80 – sujeiras moderadas no interior ou exterior do veículo;
  • Até 200 – sujeiras mais graves, como grandes quantidades de bebidas ou no caso de superfícies de difícil limpeza;
  • Até R$350 – sujeiras mais graves envolvendo fluidos corporais no interior do veículo

Taxa de limpeza na Cabify

Na Cabify , a taxa de limpeza também é descontada do passageiro que sujou o carro. A própria empresa é quem ressarce o motorista mas, posteriormente, o valor é cobrado do cliente através do aplicativo . A boa notícia é que, independente do tamanho da sujeira, o valor máximo da taxa de limpeza é de R$100. 

Leia também: Uber permite chamar carro por ligação telefônica

Taxa de limpeza na 99

Para quem costuma andar de 99 , as questões envolvendo taxa de limpeza são mais simplificadas. Isso porque, apesar de reembolsar o motorista que teve que lavar seu carro em decorrência de alguma viagem, a 99 não repassa os gastos para o passageiro . A própria empresa absorve e se responsabiliza pela taxa de limpeza.

Taxa de limpeza na Lady Driver

O aplicativo de transportes de e para mulheres também cobra taxa de limpeza em casos de danos ao veículo. Nesse caso, quem paga é a passageira, através de cobrança no aplicativo. Os valores variam de acordo com o tamanho da sujeira.

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Caso Zoom: como escolher um aplicativo de videoconferência seguro?

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Unsplash/ Gabriel Benois

O aplicativo Zoom passa por um escândalo de privacidade


Recentemente, o aplicativo de videoconferência Zoom passou por diversos escândalos de privacidade. Diante disso, muitas pessoas optaram por excluir o aplicativo e, agora, buscam outras outras ferramentas para fazer reuniões à distância. 

Mas como é possível saber se as outras opções para videoconferência são seguras? Primeiro, é preciso entender o contexto que rodeia as falhas de segurança apresentadas pelo Zoom. 

Um dos primeiros escândalos que vieram à tona foi o compartilhamento de dados do Zoom para o Facebook no aplicativo para iOS, o que não estava claro para os usuários. Depois disso, várias outras falhas foram detectadas por especialistas de segurança digital. 

Leia também: Google proíbe aplicativo Zoom entre seus funcionários

Uma delas foi a de que as chamadas de vídeo não possuíam criptografia de ponta à ponta, como o Zoom anunciava. Depois disso, descobriu-se que era muito simples encontrar IDs de reuniões no aplicativo – uma ferramenta automatizada conseguiu encontrar 100 delas por hora. 

Foi aí que começou o fenômeno chamado de Zoombombing , no qual pessoas não convidadas começaram a entrar em videoconferências aleatórias para assustar os usuários. 

O Zoom já resolveu alguns desses problemas e disse estar correndo atrás da solução para outros. Mesmo assim, muitas empresas e órgãos já deixaram de usar a plataforma, como é o caso do Google e da Anvisa . O aplicativo recebeu, inclusive, uma notificação do Ministério da Justiça. 

O boom do Zoom

Um dos maiores vilões do Zoom neste momento foi justamente sua popularidade. Durante o período de isolamento social, a plataforma ganhou milhões de novos usuários. No mês de março, o aplicativo atingiu o primeiro lugar em número de downloads na App Store e o quarto na Google Play. Isso fez com que ele ficasse mais visada por hackers, o que tornou suas falhas de segurança mais perigosas. 

Leia também: Anvisa bloqueia Zoom em seus computadores

“O que aconteceu com o Zoom é que a escalada massiva de usuários em tão curto período de tempo não preparou a empresa para reagir a enxurrada de ataques distintos que vieram”, explica Paulo Gontijo, professor especialista em segurança da informação do Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação.

Caso Zoom nos ensina a escolher outra plataforma

É justamente a escalada do Zoom que pode nos ensinar a escolher outro aplicativo para videoconferência. Embora fosse muito difícil que os usuários previssem esse tipo de perigo no Zoom anteriormente, a dica agora é focar em plataformas que já possuam um grande número de usuários. 

Paulo explica que plataformas que já têm muitos usuários cadastrados tendem a estar mais preparadas para qualquer tipo de ataque, já que elas já são bastante visadas por invasores digitais. 

Leia também: Zoom é seguro? Entenda os escândalos de privacidade envolvendo o aplicativo

“Certamente o número de usuários que tal ferramenta tem é um bom parâmetro para escolha. Quanto mais uma ferramenta é usada, mais ela é atacada e, portanto, mais forte e segura ela precisa se tornar para permanecer no mercado”, esclarece o especialista. 

Por isso, plataformas de videoconferências de gigantes como Google e Microsoft podem ser uma boa opção. Outra dica que Paulo dá é a de optar pelo uso de senhas nas salas de reuniões. “Temos que considerar que quanto mais fácil a entrada em uma aplicação para nós usuários, consequentemente mais suscetível essa mesma aplicação também deve ser em relação à segurança e invasão de hackers”, esclarece. 

Independente de qual plataforma escolher, outra dica interessante dada por Paulo é manter a câmera do computador tampada com um adesivo quando ela não estiver em uso. Assim, caso haja alguma ação de hackers, suas imagens não serão vazadas.

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