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Apesar de congelamento salarial, 162 mil funcionários públicos terão aumento

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Brasil Econômico

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Agência Brasil

Grupo de servidores federais vai se beneficiar de brecha na nova regra barra reajustes até o fim de 2021; veja de quais órgãos são os funcionários

Apesar do congelamento salarial dos servidores, 162 mil  funcionários públicos terão aumento. O grupo corresponde a 25% dos funcionários do Executivo federal, que vai aumentar o salário neste ano com progressões ou promoções na carreira. Isso porque existe uma brecha na  lei que congelou salários do funcionalismo até o fim de 2021, que permite que esses adicionais continuem sendo dados.

A informação é do Ministério da Economia e foi obtida em reportagem deste sábado (26) do jornal Folha de S.Paulo. Os dados mostram que 100 mil servidores subiram na carreira entre janeiro e agosto e outros 62 mil devem ser beneficiados até dezembro. Hoje, o Executivo federal conta com cerca de 602 mil funcionários públicos ativos.

O custo anual com as progressões automáticas por tempo de serviço e promoções por mérito, como no caso de cursos de capacitação, chega a R$ 500 milhões no Executivo federal. 

As progressões são a maior parte do crescimento da folha de salários do governo, pressionando do teto de gastos e limitando outros tipos de despesa no serviço público.

Os 100 mil servidores que avançaram nas carreiras neste ano são do Ministério da Economia, Banco Central e Itamaraty, órgãos que reúnem algumas das carreiras mais bem pagas do serviço público.

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Enquanto fortuna de bilionários cresce 27%, 115 milhões podem entrar na miséria

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Piora no indicador pode elevar o percentual da população global nessas condições a 9,4%; acima, pessoas vivendo na pobreza no Camboja

Além de crise sanitária com milhões de doentes e centenas de milhares de mortes, a  pandemia de covid-19 tem provocado estragos na economia global.

De acordo com as estimativas do Banco Mundial, esse impacto negativo deve fazer a pobreza extrema avançar no mundo pela primeira vez em mais de duas décadas.

Só em 2020 estima-se que 115 milhões de pessoas estejam sendo empurradas a essa situação, número que pode crescer a 150 milhões em 2021.

Pelo critério do Banco Mundial , a extrema pobreza é caracterizada por uma renda diária de até US$ 1,9 (cerca de R$ 10).

Esta será a primeira alta desde 1998, quando a crise financeira asiática provocou um choque na economia global.

Com o aumento, a pobreza extrema passará a afetar o equivalente a algo entre 9,1% e 9,4% da população do mundo neste ano, de acordo com o relatório Poverty and Shared Prosperity Report (Relatório sobre Pobreza e Prosperidade Compartilhada, em tradução livre), publicado a cada dois anos. Antes da pandemia, a estimativa era que pobreza cairia para 7,9% em 2020.

O Brasil já vinha experimentando aumento da pobreza extrema nos últimos cinco anos. Conforme os dados da Pnad Contínua, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), em 2019 13,88 milhões de brasileiros viviam nessa condição, cerca de 170 mil mais do que no ano anterior.

Em 2020, entretanto, a tendência foi interrompida graças ao pagamento do auxílio emergencial, que tem amortecido o efeito da crise, especialmente entre as famílias de baixa renda.

Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos dados da Pnad Covid-19 estima que, entre maio e agosto, a parcela da população abaixo da linha de pobreza recuou de 4,18% para 2,29%.

Desde abril, o governo já desembolsou quase R$ 200 bilhões com o auxílio , que foi reduzido de R$ 600 para R$ 300 recentemente.

A melhora, entretanto, tende a ser circunstancial. Com a diminuição do valor do benefício, os indicadores de pobreza podem voltar a piorar, alerta o autor das estimativas.

Casas precárias, sem pintura, na beira de canal poluído no Rio de Janeiro

Getty Images
Brasil já vinha assistindo a um aumento da pobreza extrema nos últimos 5 anos

‘Grave retrocesso’

O Banco Mundial havia estabelecido, em 2013, o objetivo de reduzir a extrema pobreza ao nível máximo de 3% da população global até 2030.

Agora, a organização afirma que a meta é inalcançável sem a “implementação rápida de políticas significativas e substanciais”.

O relatório indica que a pobreza deve crescer neste e no próximo ano em países que já têm um nível elevado de pobreza — 82% do total estimado seria em países classificados como de renda média.

Antes da pandemia , contudo, o ritmo de redução da pobreza global vinha desacelerando.

Entre 2015 e 2017, 52 milhões de pessoas saíram dessa condição. Em termos percentuais, a redução foi de menos de meio ponto percentual em cada ano — metade do observado de 1990 a 2015, quando a pobreza diminuiu cerca de um ponto percentual por ano.

“A pandemia e a recessão global podem fazer com que mais de 1,4% da população do planeta caia na pobreza extrema”, afirmou o presidente do Banco Mundial, David Malpass.

Ele disse ainda que, para reverter esse “grave retrocesso”, os países precisariam caminhar para construir uma economia diferente no pós-pandemia, que permitisse que capital, trabalho e inovação irrigasse novas áreas e setores.

Malpass afirmou, entretanto, que países em desenvolvimento continuariam tendo acesso à ajuda financeira do banco, “enquanto trabalham em direção a uma recuperação sustentável e inclusiva”.

A instituição, com sede em Washington, já concedeu cerca de US$ 160 bilhões em empréstimos com baixas taxas de juros a mais de 100 países que tiveram a economia afetada pela pandemia.

Ricos mais ricos

Na outra ponta, os bilionários do mundo têm visto a fortuna crescer durante a pandemia.

Só entre abril e julho deste ano, de acordo com um relatório de outubro do banco suíço UBS, o aumento foi de 27,5%, para US$ 10,2 trilhões, uma cifra recorde. Segundo o estudo, os ultra-ricos se beneficiaram especialmente ao investir no mercado acionário na baixa, entre março e abril, quando o mundo entrou em quarentena, e lucraram em seguida com a recuperação do preço das ações.

“Os bilionários se saíram extremamente bem durante a crise da covid-19: não apenas cavalgaram a tempestade na baixa como lucraram na retomada”, afirmou Josef Stadler, do banco UBS.

O número de bilionários também atingiu um novo recorde: são 2.189, contra 2.158 em 2017.

Executivos das áreas de tecnologia, saúde e da indústria estão entre os que assistiram maior avanço da renda no período.

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