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Aos 62 anos, Faa Morena emagrece em quarentena e ganha elogios

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Quem disse ser praticamente impossível reduzir medidas e manter corpo e mente saudáveis neste período de isolamento social, certamente, não viu um dos últimos posts da apresentadora, escritora, cantora e psicóloga Faa Morena, que está à frente do “Ritmo Brasil”, da RedeTV!. 

Faa Morena
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Faa Morena


“Quem emagreceu? Me diz! Eu, sim. Minha calça boyfriend voltou a ser boyfriend”, destacou, aos risos. Mas essa não foi a única mudança, não. Faa também cortou e raspou os cabelos durante uma transmissão ao vivo no Instagram e afirmou que era a realização de um sonho de adolescência.

“Que diva! Eu só sei engordar”, “passa a receita dessa dieta, por favor” e “você vai parar no Guinness, o livro dos recordes” foram alguns dos recados que pipocaram na rede social. 

Por falar na artista, que está na contagem regressiva para o nascimento da sua primeira netinha, Suzanne, hoje, a partir das 19h30, tem mais uma exibição de seu programa semanal. “Como sempre, estará repleto de muito bate-papo e música boa. Vocês não podem perder”, completou. Play já!

Fonte: IG GENTE

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Mãe de Trump, ao contrário do que ele diz, era imigrante pobre

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De acordo com um levantamento feito pelo jornal Washington Post , o presidente americano Donald Trump teria mentido ou distrocido a verdade exatas 16.241 vezes em três anos de governo. Os dados de 2020 ainda estão sendo computados.

Sobre sua mãe, que era escocesa, Trump sempre contou à imprensa que ela decidiu ficar permanentemente nos EUA após “turistar” por lá e voltar uma segunda vez para se casar com seu pai. Só que, passados 90 anos desde que dona Mary Anne MacLeod desembarcou na terra do Tio Sam, a versão dada pelos historiadores (e comprovada por documentos do século passado) é outra, para não dizer completamente diferente.

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Mãe de Trump era imigrante pobre


Sem grana nem pretendentes

Mary era natural de um vilarejo na ilha de Lewis, na Escócia, considerado no passado como “imundo” e “miserável” por genealogistas. Ela morava ali em uma casa humilde e tinha uma família numerosa – além dos pais, nove irmãos, sendo que era a caçula. Todos os locais viviam sobretudo da pesca e do que produziam no campo, mas, passada a Primeira Guerra, a economia da ilha ficou arrasada e as principais fontes de renda já não davam conta de sustentar a todos.

Para piorar a situação de Mary, que assim como outras jovens da época pretendia se casar, a maioria dos homens do vilarejo havia morrido em decorrência da guerra. Foi quando ela e as demais perceberam que só mudariam de vida se largassem tudo para trás e imigrassem para um lugar melhor. E a América do Norte (Canadá e Estados Unidos) representava isso naquele momento.

Depois que três irmãs suas partiram para os EUA, Mary, que tinha 18 anos, tomou coragem e também se mandou. Primeiro ela viajou para Glasgow, a maior cidade da Escócia, e na região portuária pegou o navio RMS Transylvania com destino a Nova York, onde desembarcou em maio de 1930. Sua entrada consta em registros da ONG Fundação Estátua da Liberdade – Ilha de Ellis, que arquivou dados de mais de 50 milhões de desembarcados, entre 1892 e 1957.



Se “fez” na América

Embora tivesse viajado em uma cabine compartilhada de segunda classe, o que aponta que não chegou à América em extrema pobreza como a maioria dos imigrantes da terceira classe, Mary precisou batalhar para sobreviver. Em sua ficha de entrada consta que ela era doméstica, ou seja, que tinha experiência de trabalho em casa e que pretendia se tornar cidadã americana e permanecer definitivamente nos EUA, que já faziam uma “filtragem” entre os acolhidos.

No bolso, Mary levava $ 50 dólares (que era o mínimo exigido por lei) e foi direto morar com sua irmã mais velha, Christina, nos arredores de Manhattan. Seu passo seguinte foi arranjar emprego e, como os EUA entraram um ano antes na Grande Depressão, um período longo de recessão econômica que atingiu o mundo todo, precisou se contentar com o que havia de disponível naquele momento. Por quatro anos foi empregada doméstica e babá de família rica.

Em 1934, ela viajou de volta à Escócia para rever a família e, ao retornar para os EUA, informou às autoridades de que morava em Nova York e apresentou uma permissão de reentrada no país. Porém, ela só obteve a naturalização americana em 1942, seis anos após ter casado com Fred Trump, que conheceu em uma festa. Casada, Mary virou dona de casa, ajudante nos negócios imobiliários do marido e voluntária de causas sociais. Teve cinco filhos e morreu aos 88 anos.

Quanto à Escócia…

É possível contar nos dedos os parentes maternos de Trump que ainda residem na ilha de Lewis, mas, apesar de estar distante mais de 6 mil quilômetros dos EUA, o presidente americano ainda tem alguma conexão com o lugar.

O nome “Donald”, por exemplo, é escocês e popular por lá. Seu bisavô também se chamava assim e os Donalds são tão numerosos na ilha que, para não haver confusão, precisam ser diferenciados pelos sobrenomes. O cabelo alaranjando é outra marca dos nativos, tanto que o tataravô de Trump, Alasdair MacLeod, tinha o apelido de “Ruadh”, que significa “vermelho”.

Porém, Trump é persona non grata em Lewis. Ao contrário de sua irmã, Maryanne, que ajuda e visitou a ilha diversas vezes, o presidente é visto pela maioria da população como um homem interesseiro e de modos incompatíveis com os valores de vida local. Trump só daria as caras na Escócia – e muito raramente na ilha – para conseguir apoio para negócios polêmicos, como o campo de golfe que abriu em 2012 em uma área de dunas de 4 mil anos que acabou destruída.

Fontes: Site do Museu Nacional de Imigração da Ilha de Ellis e livros “The Trumps: Three Generations of Builders and a Presidential Candidate”; “Never Enough: Donald Trump and the Pursuit of Success” e “Trump Nation: The Art of Being The Donald”.
Fonte: IG GENTE

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