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Andy Murray revela dores no quadril e anuncia aposentadoria do tênis

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Andy Murray anunciou que vai terminar a carreira no tênis em 2019
FRANCISCO SECO/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Andy Murray anunciou que vai terminar a carreira no tênis em 2019

Notícia chocante para os amantes do tênis. Andy Murray surpreendeu a todos durante encontro com a imprensa na véspera do primeiro Grand Slam do ano, o Aberto da Austrália. O britânico, de 31 anos, se emocionou ao anunciar que vai se aposentar das quadras em 2019.

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Andy Murray irá disputar a primeira eliminatória do “Open da Austrália” na próxima segunda-feira (14), quando enfrenta o espanhol Roberto Bautista Agut. Após a revelação bombástica durante a conferência com a imprensa, que durou menos de 10 minutos, este poderá ser o último jogo da carreira do tenista.

“Eu não me sinto bem. Tenho lutado por muito tempo e sentido muitas dores nos últimos 20 meses. Fiz praticamente tudo que podia parar melhorar o meu quadril, e isso não ajudou muito”, disse Andy Murray em lágrimas.

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O tenista afirmou ainda que “Wimbledon é o local onde gostaria de parar de jogar, mas não tenho certeza se vou conseguir. Não sei se consigo jogar com dores por mais quatro ou cinco meses”, desabafou.

Em 2018, devido à cirurgia no quadril, Murray disputou apenas 12 partidas. O atleta fio operado pelo cirurgião australiano John O’Donnell, que não foi otimista em relação a uma recuperação total. O tenista será submetido a uma cirurgia mais complicada, mas com o objetivo apenas de melhorar sua qualidade de vida.

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Em 2008, o tenista brasileiro Gustavo Kuerten (Guga), também aos 31 anos, realizou sua última partida profissional, pois assim como Andy Murray , já não resistia mais às dores no quadril.

Guga passou por três cirurgias no local sem uma solução para sua lesão. Após mais de uma década, a medicina esportiva evoluiu, com relação às intervenções no quadril, melhorando as chances de recuperação dos atletas, contudo, até hoje ninguém voltou dela.

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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