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Cultura

Alunos do Ceunes lançam enciclopédia cultural do Norte do ES

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Um grupo de estudantes do Centro Universitário Norte do Espírito Santo (Ceunes/Ufes) elaborou a Enciclopédia Cultural do Norte Capixaba. O projeto reúne uma série de publicações, em texto e fotos, acerca de festividades, tradições de pesca, plantas nativas, entre outros costumes associados à região do norte capixaba. O conteúdo é gratuito e aberto a todos, podendo ser acessado  aqui.

As enciclopédias são importantes ferramentas para organizar e disponibilizar a informação de forma acessível a todos. São também um meio para preservar o conhecimento científico e do cotidiano. A Enciclopédia Cultural do Norte Capixaba foi produzida por alunos do Programa de Educação Tutorial dos cursos de Engenharia de Produção e Ciências Biológicas (PET ProdBio), sob tutoria da professora de Engenharia de Produção Marielce Tosta. No total, 12 estudantes fizeram parte do projeto, sendo seis de Engenharia de Produção e seis de Ciências Biológicas.

A ideia nasceu a partir da elaboração do planejamento anual do PET ProdBio, explica a estudante de Engenharia de Produção Bárbara Santos. “O principal objetivo dessa atividade foi materializar e eternizar, por meio do registro, as peculiaridades da cultura norte capixaba”, acrescenta.

Assim, a Enciclopédia é um produto que teve como base a experiência que os alunos tiveram com outras atividades de extensão realizadas pelo grupo previamente. “A nossa região possui muitas manifestações folclóricas e, quando os estudantes vão às comunidades para conversar sobre as formações dos grupos tradicionais, há sempre uma grande troca de saberes que vai muito além da tradição”, afirma a professora Marielce Tosta.

Sobre o PET ProdBio

O grupo PET ProdBio existe há sete anos e busca promover a formação ampla e de qualidade dos estudantes de graduação. Para tal, emprega-se o conceito de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, a promoção de vivências, reflexões e discussões, em clima de informalidade e cooperação, estendendo os conhecimentos adquiridos às comunidades acadêmica e externa.

Aos integrantes é ofertada uma formação diferenciada, ampliando e aprofundando os objetivos e os conteúdos programáticos que integram as matrizes curriculares dos cursos de Engenharia de Produção e Ciências Biológicas da Universidade. “O projeto desenvolve habilidades de escrita, fala em público, bem como faz com que entendam a importância da preservação histórica e social das tecnologias e costumes associados à pesca artesanal da região norte”, explica Marielce Tosta.

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Cultura

Os erros e os acertos do novo filme “365 dias” na opinião de quem pratica BDSM

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Desde o começo do mês, o filme “365 dias” tem causado burburinho nas redes sociais. Considerada o “50 Tons de Cinza” da Netflix, a produção polonesa já é um dos filmes mais vistos no Brasil e em outros vários lugares no mundo e, para alguns, tem relação com práticas do BDSM.

filme
Divulgação/Netflix

Cena do filme 365 dias

O filme conta a história do mafioso Massimo Torricelli (Michele Morrone), que passa anos e mais anos a procura da garota de seus sonhos. Essa mulher é Laura Biel (Anna-Maria Sieklucka) e ao conhecê-la, Massimo tem a ideia de sequestrá-la e ainda a ameaça, dizendo que ela tem 365 dias para se apaixonar por ele.

Apesar de no começo Laura odiar toda a situação e dizer que nunca cederia ao mafioso, com o tempo os dois engatam uma relação. A partir desse momento, começa uma sequência de cenas de sexo bem ardentes entre o casal.

Em uma cena, Massimo amarra Laura na cama, por exemplo e logo muitos internautas começaram a comparar o “365 dias” com a prática BDSM. O termo é uma sigla para “Bondage, Disciplina, Submissão, Sadismo e Masoquismo”. O fetiche envolve práticas como uma pessoa dominante e outra dominada, amarrações e também prazer na dor. Mas segundo praticantes, o que é retratado na tela é bem diferente da realidade. 

Os erros de “365 dias” na opinião de quem pratica BDSM

Muitos apontam Laura como uma submissa de Massimo, mas não é bem isso. “Laura está lá contra a vontade dela. No BDSM existe consensualidade, Massimo não pergunta para Laura se ela quer ficar com ele”, compara Vivi Escarlate, adepta da prática como submissa e recepcionista do bar Dominatrix, na Augusta, em São Paulo. 

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Divulgação/Instagram/Reprodução

O Bar Dominatrix na Augusta, em São Paulo

No fetiche, há dominação e submissão, mas tudo isso é feito com um consenso prévio e regras que devem ser seguidas por ambas das partes. “Você tem o desejo de servir ao dominador, tem uma hierarquia que um manda e o outro obedece, mas é tudo consensual e existe uma negociação para ver o que vai ter na relação, nada é forçado”, detalha Vivi. 

Lord Steel e sua submissa, Anna, concordam e lebram de um princípio básico do BDSM que não aparece no filme: toda ação tomada tem que ser Sã, Segura e Consensual (SSC). “É a lei universal dos praticantes de BDSM. Se não tem essas três coisas, tem algo de errado”, resume Lord, que é praticante desde a década de 1990 e que tem uma loja no bar onde Vivi trabalha. 

“365 dias” x “50 Tons de Cinza”

Com cenas de sexo e alguns momentos de dominação, ainda que da maneira errada, segundo os praticantes, foi quase que inevitável comparar a produção do Netflix com a trilogia “50 tons”. E para Lord e Anna a obra de E. L. James consegue retratar um pouco melhor como é uma relação dentro do universo BDSM.

“O ’50 Tons de Cinza’ é legal, pois desmistificou um pouco o que era o BDSM, muita gente ficou interessada, começou a procurar mais e se tornou praticante,” analisa o dominador.

casal
Lord Steel

Lord Steel e sua submissa, Anna Steel

Já “365 dias” faz o caminho contrário. “O filme não mostra a entrega da submissa, a entrega de quem se submete. O filme passa a ideia que o BDSM é algo forçado e que o dominador compra a submissa para conseguir o que quer”, completa Anna.

Há algum acerto em “365 dias”?

Fernanda Benine trabalha no ramo de fetiche desde 2016, quando ela e os sócios abriram o bar Dominatrix, na Augusta. Para ela, filmes como “365 dias” e “50 tons de Cinza” são muito bons para o negócio, já que as pessoas ficam curiosas para saber mais o que acontece na comunidade BDSM. 

A empresária conta que o bar é um refúgio para os que curtem esse estilo de vida. “Existem poucos lugares assim, nos somos uma equipe aqui no Dominatrix, todo mundo se ajuda”, acrescenta Fernanda. 

Mas, ela concorda que a nova produção da Netflix não mostra nada como funciona a prática. “Ali no filme, pegando uma cena fora de contexto, a única cena que pode ter alguma coisa a ver, e aquele momento que ele amarra ela na cama e tem relações sexuais na frente dela. Fora isso eu não consigo associar esse filme ao BDSM” encerra a empresária. 

BDSM nos filmes e na vida real

Se você se interessou mais sobre o assunto, separamos alguns filmes e série que retratam com mais fielmente o que realmente é o BDSM


Fonte: IG Mulher

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