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Agricultores contam com o Incaper para comercializarem produtos e receberem informações

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Em tempos de distanciamento social por causa do novo Coronavírus (Covid-19), os agricultores são bastante afetados quando o assunto é comercialização de produtos e assistência técnica. Tendo isso em vista, os técnicos do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) têm buscado alternativas para minimizar esses efeitos.

A técnica do Escritório Local de Desenvolvimento Rural (ELDR) do Incaper de Nova Venécia, Jozyellen Nunes, está oferecendo aos agricultores inseridos nos programas de comercialização do município, como trabalho remoto pelo Incaper, a produção de arte digital para organizar a comercialização por meio das redes sociais.

“Fazemos parte de um conselho municipal e, por causa das paralisações das feiras, os agricultores mandavam as informações no nosso grupo em um aplicativo de mensagens. Só que percebemos que as informações muitas vezes eram confusas, às vezes faltava alguma coisa. Então, tive essa ideia pra poder ajudá-los a comercializar a produção. Além disso, passo também informações sobre a melhor forma de higienização e armazenamento”, afirmou JozyellenNunes.

A técnica disse que os produtores estão gostando dessa nova forma de comercialização. “Está ajudando nas vendas. Os agricultores dizem que está facilitando na hora da entrega e é uma nova forma de negócio, já que antes os clientes estavam acostumados só com o modelo de compra direta, realizada nas feiras”, explicou.

Em São Gabriel da Palha, os técnicos do ELDR do Incaper tomaram a iniciativa de abrir também um grupo em um aplicativo de mensagens como forma de poder manter os agricultores locais informados e passar também informações técnicas.

“A gente teve como objetivo, ao abrir esse grupo, estreitar relações com os produtores. Com as restrições por causa do Coronavírus, é difícil chegar até o agricultor para prestar assistência técnica. Então criamos esse canal onde passamos informações técnicas e notícias relevantes do meio agro. No entanto, apenas os técnicos do Incaper é que postam, como uma forma de organizar o grupo e colocar o que é de mais importante no momento. O agricultor que quiser tirar outro tipo de informação, pode nos procurar em uma conversa particular”, afirmou o Coordenador ELDR São Gabriel da Palha, Abel Lopes Costa.

O coordenador disse ainda que está gostando da experiência e que planeja mantê-la no futuro também. “A gente cria uma rotina de postagens. De manhã, postamos notícias sobre a previsão do tempo da região, sobre a divulgação do preço do café Conilon. À tarde, postamos notícias relevantes do meio agro, além de divulgarmos as ações do Incaper. Então, acho esse um meio muito importante pra levar informação de qualidade para o agricultor da região”,comentou.

 

Texto: Hércules Nascimento

Informações à imprensa:
Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper
Juliana Esteves/ Hércules Nascimento
(27) 3636-9868 / (27) 3636-9865
[email protected] / [email protected]
Facebook: Incaper
Instagram: @incaper_es

Fonte: Governo ES

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Podcast fala sobre o programa “Maria da Penha Vai” e prevenção à violência contra a mulher

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Quem explica o assunto é a juíza Brunella Faustini, titular da 1ª Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

No mais novo episódio de Just Talk – o Podcast do Tribunal de Justiça do Espírito Santo – a juíza Brunella Faustini, titular da 1ª Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar, fala sobre o programa “Maria da Penha Vai”. A iniciativa, que conta com parceiros da rede de atendimento à mulher de Vitória, continua realizando ações integradas de prevenção à violência, mesmo durante a pandemia.

Além da equipe multidisciplinar da vara, participam do programa integrantes das Secretarias Municipais da Saúde, Educação, Segurança, Assistência Social, Cidadania e Direitos Humanos. E ainda, o Ministério Público Estadual, a Polícia Civil e a Polícia Militar.

“A violência doméstica e familiar é um fenômeno muito complexo. Cada caso traz diferentes demandas psicológicas, sociais, jurídicas, econômicas ou de saúde. Não existe apenas uma resposta. Por isso éextremamente importante uma atuação em rede para lidar com todas essas questões”, explica a juíza.

De acordo com magistrada, durante a pandemia, as ações que normalmente aconteciam em praças, praias, postos de saúde e empresas, foram adaptadas ao ambiente virtual. A primeira delas foi o vídeo que virou febre nas redes sociais, com integrantes da rede segurando cartazes de apoio às vítimas. Outra recente ação foi adisponibilização do Jogo da Memória Educativo, para as famílias conversarem sobre equidade de gêneros com as crianças.

Também foi criado um novo canal de comunicação com a população, o perfil no instagram @mariadapenhavai. A página dá transparência às ações do programa e oferece informações, orientações e suporte às mulheres.

Ouça aqui o episódio na íntegra.

Vitória, 05 de junho de 2020

 

Informações à Imprensa

Assessoria de Imprensa e Comunicação Social do TJES
Texto: Tais Valle | [email protected]

Maira Ferreira
Assessora de Comunicação do TJES

[email protected]
www.tjes.jus.br

Fonte: TJES

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