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Política

Agenda: Saúde debate atendimento a diabético

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O Programa de Proteção ao Pé Diabético (Pró-Pé) vai ser tema na reunião virtual da Comissão de Saúde na terça-feira (28). O médico cirurgião vascular Eliud Garcia Duarte Junior coordena o programa oferecido no Centro de Reabilitação Física do Espírito Santo (Crefes), em Vila Velha. A reunião acontece às 9 horas, com transmissão ao vivo pela TV Assembleia e pelo YouTube.

Referência no atendimento de pacientes com neuropatia (lesão dos nervos ocasionada pela glicemia elevada) e lesões nos pés, o Pró-Pé oferece serviço de atenção com equipe multidisciplinar ao paciente com diabetes. O objetivo é reduzir as taxas de complicações, amputações e incapacidades do chamado pé diabético. De acordo com o Ministério da Saúde, o pé diabético é uma grave complicação da doença, sendo responsável por cerca de 85% das amputações de membros inferiores na rede pública de saúde.

Segurança

Na segunda-feira (28), a Comissão de Segurança se reúne virtualmente para deliberar o relatório com as sugestões apresentadas na audiência pública realizada no dia 17 de setembro. No encontro foram discutidas medidas para a área de segurança pública no município de Ibatiba, no sul do Estado.

Confira a agenda

Segunda-feira (28)
11 horas – Comissão de Segurança
15 horas – Sessão ordinária

Terça-feira (29)
9 horas – Comissão de Saúde 
13 horas – Comissão de Justiça
15 horas – Sessão ordinária

Quarta-feira (30)
9 horas – Sessão ordinária
 

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Política

Governo foi “usado” para tentar anular investigação sobre “rachadinha”

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Reprodução: iG Minas Gerais

Senador Flavio Bolsonaro


A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) “usou” o Gabinete de Segurança Institucional e outros órgãos do governo federal – com autorização do pai, o presidente Jair Bolsonaro  – atrás de evidências que pudessem dar um fim à apuração sobre o esquema das “rachadinhas” .


O uso do GSI foi confirmado pelos próprios advogados de Flávio, que afirmaram se tratar de “suspeitas de irregularidades das informações” nos relatórios redigidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Esse órgão federal – que deu início à investigação sobre o senador – recebe, examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícita e comunica às autoridades competentes para instauração de procedimentos

O acionamento dessa estrutura governamental foi revelada pela revista Época nesta sexta-feira (23) e confirmada pelos advogados. Ainda de acordo com a publicação, o presidente também estave envolvido no procedimento, contatando o secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto, para auxiliar na apuração em favor do filho.

“A defesa do senador Bolsonaro esclarece que levou ao conhecimento do GSI as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal lavradas em seu nome, já que diferiam, em muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos relatórios elaborados em outros casos, ressaltando-se, ainda, que os relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do senador”, escreveu a defesa de Flavio em nota oficial.

Os advogados também afirmaram que “o fato foi levado diretamente ao GSI por ter sido praticado contra membro da família do senhor presidente da República”.

Porém, o levantamento do Coaf foi produzido antes de Jair Bolsonaro ter sido eleito. O documento foi divulgado em janeiro de 2018, citando as transações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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