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Adolescente morre eletrocutado pulando muro de escola

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Jovem chegou a ser socorrido para a UPA, mas não resistiu

Rio – Um adolescente de 14 anos morreu eletrocutado na Escola Municipal Jardim Nova Era, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na tarde do último sábado. Willian dos Santos da Silva sofreu uma descarga elétrica ao pular o muro da instituição de ensino, que estava fechada. 
Segundo os relatos dos amigos, que estavam o jovem no momento do acidente, ele encostou a barriga no refletor. Os colegas pediram ajuda e levaram Willian para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas ele não resistiu. 
Em nota, a Prefeitura de Nova Iguaçu lamentou a morte do jovem e informou que a diretora da escola registrou o fato na delegacia e espera que a investigação da Polícia Civil esclareça como ocorreu a morte de Willian.
A quadra da escola Jardim Nova Era continua interditada. Equipes da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Infraestrutura estiveram na escola, para uma vistoria técnica, na qual, não foram encontradas irregularidades na parte elétrica. Logo depois do incidente, a escola foi arrombada e vários fios elétricos foram cortados, segundo a prefeitura de Nova Iguaçu. 

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Nacional

Homem que usou braçadeira nazista é denunciado pela promotoria de Minas

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José Eugênio Adjuto sentado à mesa do bar com braçadeira arrow-options
Arquivo pessoal

Homem foi denunciado com base em lei que prevê pena para quem faz divulgação do nazismo

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou nesta quarta-feira (22) o homem que usou uma braçadeira vermelha com uma suástica nazista em um bar de Unaí, em Minas Gerais, a 400 km de Belo Horizonte .

O caso aconteceu em dezembro do ano passado e a imagem viralizou na internet depois que um dos clientes do bar filmou José Eugênio Adjuto sentado à mesa. Nas imagens, é possível ver o momento em que policiais militares conversam com um funcionário do bar e aparentemente decidem não prender o homem.

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Adjuto foi denunciado com base no artigo 20 da lei 7.716/89, que prevê pena de reclusão a quem fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. A pena é de dois a cinco anos de prisão, além de pagamento de multa.

Segundo a promotoria, as investigações apontam que Adjuto tinha posicionamentos extremistas e conhecimento histórico sobre a Segunda Guerra Mundial. A denúncia diz que ele também sabia o que o símbolo representava, além de ter fabricado a faixa artesanalmente.

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Em depoimento à Polícia Civil em dezembro, Adjuto disse que usou o brasão como um símbolo religioso antigo de “felicidade”.

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