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Reprodução/DJI

Novo drone da DJI cabe na palma da mão


DJI  anunciou nesta quarta-feira (13) o lançamento do drone compacto Mavic Mini no Brasil. Descrito como “quase tão leve quanto um smartphone”, o aparelho pesa apenas 249 gramas e vai custar R$ 4.049. Ele pode realizar filmagens estáveis em até 2,7K de resolução, tirar fotos em 12 megapixels e voar por até 30 minutos sem precisar recarregar. Além disso, não precisa de registro em inúmeros países.

O drone tem um design compacto , que permite ser dobrado para facilitar o transporte. Além disso, ele pode atingir velocidade máxima de até 47 km/h e conta com recursos de sensores visuais e planagem precisa com GPS , permitindo aterrisagens em locais fechados. As vendas começam na última semana de novembro e o produto tem um ano de garantia.

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Câmera

A câmera do aparelho tem um sensor de 1/2,3 polegadas, lentes com abertura f/2,8 e estabilização triaxial para tirar fotos de 12 megapixels. No caso da filmagem, ela pode ser gravada em 2,7K a 30 quadros por segundo ou Full HD a 60fps em alturas máximas de 3.000 metros.

Também é possível realizar uma gravação em vídeo em HD de até 4 km de maneira estável, proporcionada pelo estabilizador triaxial.

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Controle

controle drone mavic mini arrow-options
Reprodução/DJI

Controle do Mavic Mini se conecta via Wi-Fi


O controle tem o design simples, realizando a conexão com o drone via wi-fi e com um espaço para você deixar seu telefone e monitorar o voo pelo aplicativo da DJI Fly , disponível em Android e iOS .

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Ainda, o aplicativo DJI Fly dá aos usuários o acesso à rede social SkyPixel, onde membros podem compartilhar suas fotos e vídeos aéreos, criando uma “galeria” de locações na hora de se inspirar para gravar.

Peso e polêmica

drone mavic mini DJI arrow-options
Reprodução/DJI

Mavic Mini pode ser transportado facilmente


Uma das vantagens do Mavic Mini é a possibilidade de não ser registrado em algumas nações. Estados Unidos, Canadá, Austrália e alguns países da Europa normalmente exigem o registro de drones, mas consideram que aparelhos abaixo de 250 gramas são seguros e, portanto, não exigem o cadastro de dispositivos que se enquadram na categoria.

Contudo, no Brasil , a regulamentação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) determina que regras mais leves sejam aplicadas apenas em drones com peso máximo de decolagem de até 250 gramas. No caso do Mavic Mini , qualquer protetor de hélice ou acessório pode aumentar o peso do dispositivo durante o vôo e implicar na necessidade de cadastro, que pode ser realizado no site da agência.

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Tecnologia

Segurança para mulheres em um clique: conheça a tecnologia Malalai

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Malalai
Unsplash/Clayton Fidelis

Malalai visa dar mais segurança a pessoas que andam sozinhas

No final de novembro, o prêmio GOL Novos Tempos teve como principal homenageada a arquiteta e urbanista Priscila Gama , por sua contribuição para a segurança na mobilidade urbana com o aplicativo Malalai ( Android e iOS ).

Essa não é a primeira vez que Priscila é premiada por seu app , e provavelmente não será a última. “A coisa tomou uma proporção que nem se eu quisesse eu conseguiria largar tudo hoje”, brinca a mineira, se lembrando de quando teve a primeira ideia sobre a Malalai, no final de 2015.

Malalai , que significa “atingida pela dor” e homenageia Malalai de Maiwand e Malala Yousafzai, é um aplicativo de mobilidade urbana que permite que os usuários – sobretudo mulheres – compartilhem suas rotas e enviem sinais de emergência para contatos próximos, a fim de gerar mais segurança. “Minha ideia era só oferecer companhia virtual para as mulheres”, conta Priscila.

A ideia surgiu depois que Priscila presenciou uma mulher sendo seguida de madrugada em uma rua próxima à sua casa, em Belo Horizonte, MG.

Na mesmo época, o coletivo Think Olga lançou a hashtag #PrimeiroAssédio , na qual mulheres eram convidadas a compartilharem situações de assédio nas redes sociais. Lendo muito relatos relacionados à mobilidade, a arquiteta teve certeza de que era hora de criar algo que mudasse a situação.

Com apenas uma ideia em mente, Priscila se inscreveu em um concurso de startups , sem sequer sonhar que chegaria onde está hoje. “Nesse evento, normalmente, a galera ou é de business, ou é de tecnologia, ou é de design, eu não era de nenhum dos três”, brinca.

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Foi nesse concurso que ela conheceu seu atual sócio, Henrique Mendes, e a ideia foi, aos poucos, entre altos e baixos, saindo do papel.

“O Henrique levou um ano para aprender a fazer aplicativo para fazer o nosso”, lembra a arquiteta, rindo. “Então, tirar o negócio do papel incluiu aprender a desenvolver aplicativo”.

Henrique e Priscila, sócios da Malalai
Mario Ladeira/Divulgação

Henrique e Priscila, sócios da Malalai

Como funciona a Malalai

O objetivo da tecnologia Malalai é oferecer mais segurança para pessoas que querem ser livres para se deslocarem sozinhas . Através do aplicativo, os usuários podem adicionar até três pessoas de confiança, que são chamados de keepers .

Uma delas (que também precisa ter o app instalado) pode acompanhar as rotas que o usuário quiser compartilhar, enquanto as outras duas recebem apenas avisos de emergência.

Toda vez que for iniciar um trajeto, o usuário pode pedir para que o keeper principal o acompanhe, e ele receberá o mapa com a rota em tempo real em seu celular.

Também dá para configurar um tempo após o fim da rota para enviar uma mensagem de emergência ao keeper principal. Caso se passe o tempo esperado para a conclusão do caminho e você ainda não tiver concluído, quem está acompanhando sua rota receberá um aviso de emergência.

Além disso, o aplicativo possui um botão vermelho (que pode ser adicionado como atalho na tela principal do smartphone). Com apenas um clique nele, é possível avisar os três keepers que você se encontra em uma situação de emergência.

Mapa da segurança

Outro aspecto bastante interessante do aplicativo é que ele funciona como um mapeamento coletivo . Todos os usuários do aplicativo podem visualizar e adicionar aos mapas das cidades avisos como “rua movimentada”, “assédio recorrente” e “má iluminação”.

Malalai
Captura de tela

Telas do aplicativo Malalai da esquerda para a direita: mapa colaborativo, configurações de emergência e configurações dos keepers

Priscila conta que um dos maiores objetivos da empresa hoje é conseguir melhorar esse mapeamento, incluindo informações que não dependam dos usuários e adicionando a possibilidade de pessoas incluírem dados diretamente na web , sem precisarem baixar o aplicativo.

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Para encontrar boas soluções a esse desafio, eles planejam um hackathon no início de 2020. “O grande desafio é conseguir mostrar onde há movimento nas ruas e onde não há em tempo real”, conta.

Mais do que um aplicativo

Outra novidade bastante interessante que Malalai traz é que a empresa não se trata apenas de um aplicativo .

Priscila, Henrique e sua equipe já desenvolvem jóias inteligentes , capazes de enviarem alertas discretos para celulares cadastrados.

A principal delas é o anel, que está em produção e já tem cerca de 50 pessoas na fila de espera – é possível encomendá-lo pelo site da Malalai .

Conectado ao celular via Bluetooth , o anel consegue enviar mensagens de emergência para contatos cadastrados com apenas uma pressão sobre ele.

Malalai
Divulgação/Malalai

Quando pressionado, o anel envia uma mensagem de emergência aos contatos cadastrados

A expectativa é que a peça esteja disponível para venda no meio do ano que vem. Priscila conta que a equipe já pensa em outras opções também, como colares e chaveiros, que devem ter custos menores.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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