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Política

Sem prestígio e sem voto, prefeito de São Mateus afunda candidatos que apoiou

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SÃO MATEUS (ES) – Nem mesmo para a candidata ao Governo Rose de Freitas (PODEMOS), que como senadora socorreu o município com recursos para abertura de postos artesianos, liberando mais de R$ 15 milhões em recursos junto ao governo Federal, o prefeito Daniel Santana (PSDB) não conseguiu votos nas eleições realizadas no último domingo (07). Em todo o Estado, o que mais se comenta foi o retumbante fracasso de todos os candidatos apoiados pelo chefe do Executivo mateense, prestes a ser afastado do cargo pela Justiça Eleitoral.

O prefeito, conhecido como Daniel da Açaí, mandou milhares de mensagens em redes de comunicação virtual pedindo votos para o presidente de seu partido e atual vice-governador do Estado, César Colnago, para deputado federal, bem como para o empresário e seu amigo Gustavo Massete para deputado estadual, para Ricardo Ferraço (PSDB) e Magno Malta (PR) ao Senado e para Rose de Freitas ao Governo.

Rose de Freitas teve módicos 105.754 votos para o Governo em todo o Estado e apenas 3.763 votos em São Mateus. César Colnago, que já foi deputado federal e tentava retornar à Câmara, teve 34.187 votos e apenas 1.707  votos em São Mateus. Com essa votação, Colnago ficou apenas com a terceira suplência na chapa PDT-DEM-PSD-PSD-PRP-SD, atrás de, pela ordem, Neucimar Fraga (PSD) e Dr. Jorge (SD), numa coligação que fez apenas dois deputados.

Gustavo Massete (PSDB) teve um desempenho pífio, com apenas 3.045 votos para deputado estadual na coligação PSDB-PSC, que elegeu apenas o pastor Marcos Mansur, de Cachoeiro, com 13.736 votos, e o médico Emílio Mameri, de Vitória, com 11.489 votos, ambos tucanos.

Em São Mateus, Massete teve apenas 2.399 votos num universo de 55.682 votos válidos. Outro candidato que dizia ter o apoio de Daniel foi Paulo Fundão (PTB), que conseguiu apenas 3.967 votos no município, de um total de 4.474 votos.

Apontados como favoritos quase eleitos 15 dias antes do pleito, os atuais senadores Magno Malta (PR) e Ricardo Ferraço (PSDB) também foram um vexame em São Mateus, como apoio de Daniel. No geral, Magno teve 611.284 votos, mas em São Mateus teve 19.396 votos. Já Ricardo Ferraço foi o quarto colocado no Estado, com 480.122 votos, ficando com apenas 13.577 votos em São Mateus. 

Magno e Ricardo perderam também em São Mateus para os eleitos Fabiano Contarato (REDE), que teve 28.286 votos no município, e para Marcos do Val (PPS) com 20.742. Em todo o Estado, Contarato somou 1.117.036 votos, enquanto Marcos do Val, o grande azarão do processo eleitoral, chegou a 863.359 votos.

“O prefeito de São Mateus fica alardeando que manda na periferia, que é imbatível, faz bravatas, mas demonstrou que a população de São Mateus repudia sua incompetência e irresponsabilidade administrativa. Agora, que passaram as eleições e ele demonstrou ser um fracassado, espero que a Justiça Eleitoral cumpra a decisão da ministra Rosa Weber e o afaste definitivamente do cargo e convoque novas eleições para que São Mateus volte a se desenvolver”, repercutiu, na Assembleia Legislativa, o deputado estadual reeleito Enivaldo dos Anjos (PSD).

Com o oitavo maior colégio eleitoral do Estado (82.650 eleitores), São Mateus não elegeu nenhum deputado estadual e nem federal. O médico Jorge Silva (SD) ficou na segunda suplência de sua coligação para a Câmara dos Deputados e o atual deputado estadual Eustáquio Freitas (PSB) teve apenas 3.088 votos no município, do total de 15.320 votos no Estado. Freitas ficou na primeira suplência do seu partido, que só elegeu o deputado Bruno Lamas, da Serra. Por sua ligação com o governador eleito Renato Casagrande, entretanto, Eustáquio Freitas poderá ser aproveitado em algum cargo no Governo do Estado.

Os candidatos mais votados em São Mateus

1)   Carlinhos Lyrio (PHS) – 8.205 votos

2)   Claudete do Mateusão (SD)– 6.776

3)   Professor Keydson Quaresma (PSC) – 4.534

4)   Paulo Fundão (PTB) – 3.967

5)   Manoel Pessanha (PRB) – 3.160

6)   Freitas (PSB) – 3.088

7)   Gustavo Massete (PSDB) – 2.399

8)   Jaciara (PT) – 2.288

9)   Marcelo Dal Col (PP) – 1.372

10)  Marcelo Suzart (PSC) – 1.351

Leia mais:  Depois das delações, Magno Malta se descola de Ricardo Ferraço
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Política

TSE proíbe que Bolsonaro e apoiadores usem ‘kit gay’ para atacar Haddad

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No Jornal Nacional, Bolsonaro exibiu livro
Reprodução/Jornal Nacional (TV Globo)

No Jornal Nacional, Bolsonaro exibiu livro “Aparelho Sexual e Cia”, que supostamente integrava kit gay

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Carlos Horbach determinou a remoção de vídeos e publicações no Facebook e no Youtube que associam o candidato Fernando Haddad (PT) a um livro que supostamente integraria o Escola Sem Homofobia, programa do Ministério da Educação (MEC) que  ficou conhecido como ‘kit gay’ e não chegou a ser colocado em prática.

A decisão, proferida na noite dessa segunda-feira (15), atende a pedido da defesa do petista, que alegou haver “prejuízo para o candidato Fernando Haddad não só no âmbito eleitoral, mas também à sua honra pessoal, ao difundirem informações inverídicas, difamatórias e injuriantes (fake news)” a respeito do chamado kit gay .

A discussão chegou à Justiça Eleitoral após o hoje adversário de Haddad no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), tentar exibir exemplar do livro ” Aparelho Sexual e Cia ” em  entrevista concedida ao Jornal Nacional ( TV Globo ), no fim de agosto. Na ocasião, Bolsonaro disse que a obra, da editora Seguinte (Companhia das Letras) integrava o material do Escola Sem Homofobia, programa que foi desenvolvido pelo MEC quando Haddad estava à frente da pasta.

O livro, no entanto, nunca chegou a ser distribuído nas escolas públicas, conforme o próprio MEC informou em diversas ocasiões nos últimos amos. “Não há qualquer vinculação entre o ministério e o livro, já que a obra tampouco consta nos programas de distribuição de materiais didáticos levados a cabo pela pasta”, diz nota divulgada pelo governo em 2016.

Leia também: Para eleitor, Bolsonaro é representante da elite; Haddad, dos pobres

Vídeo sobre ‘kit gay’ gera “desinformação” e “prejuízo ao debate”, diz ministro


Defesa diz que vídeos sobre kit gay causam
Ricardo Stuckert

Defesa diz que vídeos sobre kit gay causam “prejuízo à honra pessoal” de Fernando Haddad

Ao decidir, o ministro do TSE disse ser “notório o fato de que o projeto Escola Sem Homofobia não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou, de fato, a distribuição do material didático a ele relacionado”.

Leia mais:  Aeroporto de Linhares terá capacidade para receber aeronaves com mais de 130 passageiros

“Assim, a difusão da informação equivocada de que o livro em questão teria sido
distribuído pelo MEC […] gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político, o que recomenda a remoção dos conteúdos com tal teor”, considerou Horbach.

Leia também: Em ato do PT, Cid Gomes chama militantes de “babacas” e prevê derrota de Haddad

O magistrado, no entanto, considerou que apenas 6 dos 36 links apontados pela defesa de Haddad como ofensivos mereciam, de fato, serem retirados da internet. Os demais se tratavam apenas da reprodução da entrevista de Bolsonaro no Jornal Nacional, ou não se referiam diretamente ao livro “Aparelho Sexual e Cia”, ou não faziam menção a Haddad, ou já não estavam mais no ar. De acordo com o PT, apenas um dos vídeos que tratava sobre o ‘ kit gay ‘ teve mais de 500 mil visualizações.

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